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Nota: Para outros significados, veja Jeremias (desambiguação).Jeremias
ירמיהו, YirmeyahuProfeta JeremiasNascimento655 a.C.
Anatote, Território de Benjamim (atual Israel)Morte586 a.C.
EgitoCidadaniaisraelitaProgenitoresPai: HilquiasOcupaçãoProfeta da Bíblia
Jeremias (Yirmeyahu em Hebraico, ou Hieremias em Latim), é um dos nove
personagens chamados "Profetas" encontrados na Tanaque (Bíblia Hebraica) que
corresponde ao Antigo Testamento nas Bíblias Cristãs. O significado do seu nome
é incerto, existindo várias interpretações: "Javé (Jeová) exalta/eleva", "Jeová
é sublime" ou "Jeová abre/faz nascer", sendo mais usada a leitura "Jeová
exalta/eleva".
O nome do seu pai era Hilquias(ou Helcias), um dos sacerdotes de Anatote, no
território de Benjamim, a cinco quilômetros a nordeste do Monte do Templo em
Jerusalém.
Embora de família sacerdotal, está ligado às tradições proféticas do Norte,
principalmente a Oseias, e não às tradições do sacerdócio e da corte de
Jerusalém. Como Miqueias, ele pertence ao mundo camponês. De maneira crítica,
ele traz consigo a visão dos camponeses sobre a situação do país.
É considerado o autor de dois dos livros da Bíblia:
* Livro de Jeremias
* Livro das Lamentações
HISTÓRIA
O profeta Jeremias (na frente) feito em pedra sabão por Aleijadinho no adro do
Santuário do Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo De acordo com alguns
autores, o pai de Jeremias, Hilquias, não era Hilquias, da linhagem de Eleazar,
provavelmente era da linhagem de Itamar e possivelmente descendeu de Abiatar,
chefe dos levitas em Jerusalém na época do rei David, que foi desterrado para
Anatote por Salomão . O autor árabe Abul Faraj , porém, defendia que Jeremias
fosse filho do sumo sacerdote Hilquias.
Jeremias era pesquisador e historiador, além de profeta. Acredita-se que tenha
sido ele o autor do livro que leva seu nome e possivelmente os dois livros de
Reis (tenha escrito adicionando-lhe relativos dados por Natã e Gade ( I Crônicas
29:29) e outros escritores. É a história dos reis de Judá e Israel, desde Davi
até Acabe e Jeosafá, num período de 118 a 125 anos), abrangendo a história de
ambos os reinos (Judá e Israel) desde o ponto em que os livros de Samuel a
deixaram (isto é, na última parte do reinado de Davi sobre todo o Israel), até o
fim de ambos os reinos, e após, a queda de Jerusalém, teria escrito o Livro das
Lamentações.
Os relatos biográficos em terceira pessoa que encontramos no Livro de Jeremias,
que são atribuídos a Baruc, não se encontram em ordem cronológica, entretanto,
por meio da seguinte sequência de trechos: 19:1-20:6; 26; 45; 28-29; 51:59-64;
34:8-22; 37-44, pode-se fazer uma leitura destes relatos na ordem cronológica
A atividade profética de Jeremias se iniciou entre os anos de 626 ou 627 AC
(1:2; 25:3), quando ele ainda era jovem (1:6), razão pela qual teria demonstrado
receio ao assumir tal tarefa, e prosseguiu até 586 AC, podendo ser dividida em
quatro períodos:
PRIMEIRO PERÍODO: DURANTE O REINADO DE JOSIAS (627 A 609 AC)
Visão de Jeremias, pintura do Augsburger Wunderzeichenbuch (Livro das Maravilhas
de Augsburgo). Artista desconhecido, cerca de 1552.Com apenas oito anos de
idade, Josias foi nomeado rei pelo "povo da terra", expressão que indica a
camada rural da sociedade. No início deste reinado, Jeremias proclamou um
julgamento contra Israel e Judá por causa de sua infidelidade a Iahweh e sua
adesão a outros deuses (idolatria), especialmente os deuses que garantiam a
fertilidade da natureza, os chamados baalins.
No âmbito internacional, a situação política está mudando rapidamente: a Assíria
, grande potência da época, se enfraquece cada vez mais. Josias, já maior de
idade, aproveita esse enfraquecimento para realizar ampla reforma e procura
tomar o território que antes era do Reino de Israel Setentrional, e que
pertencia à Assíria desde a queda de Samaria em 722 AC.
Josias deixa de pagar os impostos cobrados pelos dominadores e promove a reforma
religiosa (cf. 2Rs 22,1-23,27), na qual tenta eliminar todos os ídolos do país e
estabelecer novo relacionamento social centrado na Lei. Estranhamente Jeremias
não faz nenhuma alusão a esta reforma social e religiosa.
Foi um período de prosperidade e otimismo, por isso Jeremias emite bom conceito
sobre Josias (Jr 22,15-16).
Foram escritos neste período: 2:1-4:4 e 30:1-31:37.
SEGUNDO PERÍODO: DURANTE O REINADO DE JOAQUIM (609 A 598 AC)
Com a decadência da Assíria (queda de Nínive em 612 AC), outros povos entram no
cenário: citas, medos, babilônios e também os egípcios que tentam ressurgir
depois de um período decadente. Com isso, a Palestina volta a ser palco de
disputas políticas e militares. Josias morre em Megido, em 609 AC (2Rs 23:29),
quando tenta impedir a incursão do Faraó Neco, que procura deter o avanço da
Babilônia.
Neco depõe Joacaz, que sucedera Josias, e coloca no trono de Judá o despótico
Joaquim. O povo detestava Joaquim, e Jeremias critica violentamente esse rei (Jr
22,13-19). É dessa época o famoso Discurso sobre o Templo (Jr 7,1-15; cf. cap.
26), que quase custou a vida do profeta.
O Discurso contra o Templo, que foi conservado em duas versões: 7,1-15 e
26,1-24. O primeiro destaca o conteúdo, o segundo as circunstâncias do discurso.
Ocorreu entre setembro de 609 e abril de 608 AC, quando Jeremias colocou-se no
pátio do Templo e denuncia a confiança da população judaíta no Templo de Iahweh
como falsa e previu a destruição do santuário, tal qual outrora acontecera com
Siló.Na opinião dos sacerdotes do Templo, Jeremias cometera uma dupla blasfêmia:
falara em nome de Jeová e falara contra a casa de Jeová. Jeremias confirmou suas
palavras perante o tribunal e só não morreu porque alguém se lembrou do profeta
Miqueias, que, um século antes, pregara destino parecido para o Templo e para a
cidade e nada sofrera.No começo de seu governo, Joaquim preocupa-se em construir
um novo palácio, exatamente no momento em que a crise econômica se agravava,
pois Judá estava obrigado a pagar tributos ao Egito. Jeremias denuncia o governo
de Joaquim como ganancioso, assassino e violento (22:13-19), pois não cumpre sua
função real de exercer a justiça e o direito e de proteger os mais fracos, e vai
dizer ao rei que ele, quando morrer, nem merece ser sepultado, mas como um
jumento deverá ser jogado para fora das muralhas de Jerusalém, pois, ao
contrário de seu pai, Joaquim "não conhece Iahweh".
A Babilônia surge como grande potência, sob o reinado de Nabucodonosor. Jeremias
adverte os israelitas que os babilônios, em breve, invadirão o país (4:5-6:30;
5:15-17; 8:13-17). Possivelmente por volta de 605 AC, quando Nabucodonosor
venceu o Faraó Neco II e ameaçou Judá, o profeta foi ao pátio do Templo e
anunciou a destruição de Jerusalém (19:14-20,6), e, por isso, foi preso por
Fassur, chefe da guarda do Templo, surrado e colocado no tronco por uma noite.
Depois disso, foi-lhe proibida (36,5), a entrada no Templo.
Assim mesmo, Jeremias continua denunciando o povo que se esqueceu de Deus, por
falsear o culto, pela falsa segurança, pelas idolatrias e pelas injustiças
sociais. E aponta os principais responsáveis: são as pessoas importantes que
detêm o poder em Jerusalém (rei, ministros, falsos profetas, sacerdotes), para
isso convoca o escriba Baruc e dita-lhe as Profecias de julgamento contra a
nação (36:1-32), no quarto ano do governo de Joaquim, em 605 AC.
Em dezembro de 604 AC Jeremias manda Baruc ler o livro, em um momento em que
Nabucodonosor atacava a cidade filistéia de Ascalão, vizinha de Judá, é o
momento em que o profeta alerta: O "inimigo do norte" está às portas, ou a
conversão ou a destruição.
Joaquim mandou queimar o escrito e prender Jeremias e Baruc (36:21-26), que se
esconderam e não foram achados. Posteriormente, Jeremias manda que Baruc
escrever tudo de novo e ainda acrescenta ao livro outras palavras (36,27-32).
Jeremias também luta para desmascarar os falsos profetas (14:13-16; 23:13-40)
que, segundo o profeta: falam em seu próprio interesse, fortalecem as mãos dos
perversos, para que ninguém se converta de sua maldade, seduzem o povo com suas
mentiras e seus enganos, roubando um do outro a palavra de Iahweh.
Jeremias estava com a razão, e sua visão realista se confirmou: em 598 AC, o
exército babilônio estava às portas de Jerusalém. Nessa época, o rei Joaquim
morreu, provavelmente assassinado. Seu filho e substituto Jeconias, não teve
tempo para nada: após três meses Jerusalém era invadida. Então o profeta,
juntamente com parte da elite judaica, foi levado para o Exílio na Babilônia em
597 AC. Sedecias, tio de Jeconias, foi instalado por Nabucodonosor, para reinar
em Jerusalém.
Jeremias apregoara que este castigo seria decorrente ruptura da aliança. Em Judá
, Jeremias só via rebeldia contra Iahweh, levando o povo a maldades e crimes sem
conta. Não havia o mínimo "conhecimento de Deus(יהוה )", que só é possível
através da prática do direito, da justiça, da solidariedade. Os poderosos tramam
sistematicamente contra o povo, todos buscam desesperadamente a riqueza e não há
paz. A mentira domina, desde o ensinamento dos profetas à lei dos sacerdotes,
levando o país ao caos. Todos se tornam inimigos de todos. Impera a idolatria. O
fim será trágico, segundo os capítulos 8 e 9 de Jeremias.
Jeremias constata a ausência do direito e da verdade entre as pessoas comuns
(5:1), mas maior corrupção encontra entre os grandes e poderosos, que não agem
mal por ignorância, senão por determinação consciente e persistente (5:4-5).
Quanto mais a crise nacional se aprofunda, mais os líderes se recusam a
encontrar soluções. Só procuram satisfazer seus interesses imediatos e deixam o
país afundar: "Eles cuidam da ferida do meu povo superficialmente, dizendo:
'Paz! Paz!', quando não há paz", (6:14; 8:11).
Em 5:26-28 são descritos os poderosos e suas armadilhas para apanhar o povo e
escravizá-lo impunemente.
TERCEIRO PERÍODO: DURANTE O REINADO DE ZEDEQUIAS (597 A 586 AC)
Zedequias assume o trono com 21 anos de idade, para dirigir um Judá arruinado,
com várias cidades destruídas e uma economia desorganizada, se submete aos
babilônios e se mostra indeciso. Nesse momento surge uma disputa para determinar
a identidade do Povo de Deus entre aqueles que foram para o Exílio na Babilônia
e aqueles que ficaram em Judá.
Jeremias se nega a participar de uma visão simplista (cap. 24) e coloca o
assunto dentro da política realista: Zedequias e a corte de Jerusalém são
incapazes de salvar o povo do desastre. Por isso os deportados ainda são os que
podem trazer esperança, pois estão aprendendo uma dura lição. Essa idéia leva
Jeremias novamente para a prisão.
Jeremias confronta o rei, e o diz que Jerusalém será tomada. Artista
desconhecido, 1873.Pressionado por seus oficiais, Zedequias tenta armar uma revolta contra a
Babilônia, que, fracassa, conforme previsto por Jeremias. Jerusalém é sitiada
pelos babilônios, nesse momento, Jeremias também vê nos camponeses uma luz
salvadora (32,15). Em 587 AC ocorre a segunda deportação.
QUARTO PERÍODO: DEPOIS DA QUEDA DE JERUSALÉM (A PARTIR DE 586 AC)
Em 586 AC, Nabucodonosor resolve destruir Jerusalém totalmente: incendeia o
Templo, o palácio, as casas e derruba as muralhas. Mas permite que Jeremias
fique no país, então, o profeta vai viver com Godolias (ou em outras traduções,
Gedalias), novo governador da Judeia.
Nesse mesmo ano, Godolias é assassinado por um grupo anti-babilônico, liderado
por um descendente da casa real de Judá, Ismael, e o profeta se vê forçado a
fugir para o Egito, obrigado por Joanã (um dos comandantes do exército de Judá).
Esse grupo passa a residir na cidade de Tafnes, cidade situada a leste do Delta
do Nilo, onde passa a repreender a idolatria que seus conterrâneos ali
praticavam (40,7-44,30).
Segundo o apócrifo Vida dos Profetas, escrito por um judeu da Palestina no séc.
I DC Jeremias foi apedrejado e morto por seus conterrâneos quando residia no
Egito.
BALANÇO
Pode-se dizer que a missão de Jeremias fracassou em querer que seu povo
retornasse à genuína aliança com Deus. Ele se tornou uma espécie de Moisés
fracassado, que viu seu povo perder suas instituições e a própria terra. Se
apresenta como um grande solitário (15:17), incompreendido e perseguido até
pelos membros de sua família (12:6; 20:10; 16:5-9), nunca chegou a ser pai
(16:1-4), foi arrastado contra a sua vontade para o Egito, nenhum vestígio
restou de sua tumba.
No entanto, sua confiança no Deus que é sempre fiel lhe deu a capacidade de
mostrar, ao povo e a nós, que esse mesmo Deus manterá seu relacionamento
conosco, sem precisar de instituições mediadoras (31,31-34). Ao colocar em
primeiro plano os valores espirituais, destacando o relacionamento íntimo que o
coração deve ter com Jeová, ele antecipou elementos da Nova Aliança; e sua vida
de sofrimentos a serviço de Deus, pode ter inspirado Isaías na construção da
Imagem do Servo (Isaías 53).
CONCLUSÃO
Jeremias foi um crítico da conduta do seu povo e com os julgamentos que este
sofreu, mediante uma visão de que Israel era a nação de Deus, vinculada a Ele
por meio de um pacto e sujeita à sua Lei, o que eles violavam claramente
naqueles dias praticando a idolatria, desrespeitando o descanso no dia do sábado
e não libertando os escravos no Ano do Jubileu.
As denúncias de Jeremias reivindicavam a atenção dos príncipes e do povo, para
que fossem responsáveis pela Lei, a qual violavam constantemente. Suas críticas
eram feitas em discursos acalorados em plena praça pública. Seus principais
alvos eram os sacerdotes, profetas, governantes e todos aqueles que seguiam o
legalismo do "proceder popular".
Todavia, ele reconhecia que sua comissão era também de 'construir e plantar' (Jr
1:10). Chorou diante da calamidade que sobreviria a Jerusalém (Jr 8:21, 22;
9:1).
O livro de Lamentações constitui evidência do seu amor e da sua preocupação com
o povo de Deus.
Apesar das atitudes para com ele, Jeremias suplicou ao Rei Zedequias, o rei
vassalo, para que continuasse a viver(Jr 38:4, 5, 19-23)
Segundo os relatos em seu livro, Jeremias não se julgava justo aos seus próprios
olhos, mas incluía a si mesmo ao admitir a iniquidade daquela nação (Jr 14:20,
21). Depois de liberto por Nebuzaradã, hesitou em abandonar aqueles que estavam
sendo levados para o cativeiro babilônico, talvez achando que devia compartilhar
a sorte deles, ou desejando continuar servindo aos interesses espirituais deles
(Jr 40:5).
Por vezes, em sua longa carreira, Jeremias ficou desanimado e necessitou a
confirmação do apoio de Deus, mas, mesmo em adversidade, não deixou de invocar a
Deus, pedindo-lhe ajuda. - Jr 20:7-13.
Encontrou bons companheiros, a saber, os recabitas, Ebede-Meleque e Baruque. Por
meio destes amigos, foi ajudado e livrou-se da morte.
AUTORIA DE LAMENTAÇÕES
A atribuição da autoria do Livro das Lamentações à Jeremias é questionada, pois
Jeremias, tal como é conhecido por suas profecias autênticas, não poderia ter
dito que a inspiração profética tinha se esgotado (2:9), nem louvar Sedecias
(4:20 x Jr 24:8), nem esperar auxílio do Egito (4:17 x Jr 37:5-7), nem apoiar a
doutrina da dívida pelos pecados dos pais (5:7 x Jr 31:29-30; 5:6 x Jr 2:18)
além disso seu gênio espontâneo é incompatível com o estilo erudito dos poemas
que estão no Livro das Lamentações, havendo quem sustente que foram escritas por
adversários de Jeremias.
PROFECIAS
Jeremias encenou para Jerusalém vários pequenos dramas como símbolos da condição
dela e da calamidade que lhe sobreviria. Entre eles:
A visita à casa do oleiro (Jr 18:1-11) e o incidente com o cinto estragado. (Jr
13:1-11) Ordenou-se a Jeremias que não se casasse; isto servia de aviso das
"mortes por enfermidades", das crianças que nascessem naqueles últimos dias de
Jerusalém. (Jr 16:1-4) Ele quebrou uma botija diante dos anciãos de Jerusalém,
qual símbolo do impendente destroçamento da cidade. (Jr 19:1, 2, 10, 11) Comprou
de volta um campo de Hanamel, filho de seu tio paterno, como figura da
restauração que viria depois do exílio de 70 anos, quando se comprariam
novamente campos em Judá. (Jr 32:8-15, 44) Lá em Tafnes, no Egito, ele ocultou
grandes pedras no terraço de tijolos da casa de Faraó, profetizando que
Nabucodonosor fixaria seu trono sobre aquele exato ponto. - Jr 43:8-10.
RELAÇÃO COM OUTRAS FIGURAS BÍBLICAS
O profeta Daniel com base no estudo das palavras de Jeremias a respeito do
exílio de 70 anos, pôde fortalecer e encorajar os judeus a respeito da
proximidade da sua libertação. (Dn 9:1, 2; Je 29:10)Esdras trouxe à atenção o
cumprimento das palavras dele. (Ed 1:1; veja também 2 Cr 36:20, 21.)
O apóstolo Mateus apontou para o cumprimento de uma das profecias de Jeremias
nos dias em que Jesus era criancinha. (Mt 2:17, 18; Jr 31:15)
O autor de Hebreus mencionou os profetas, entre os quais se achava Jeremias,
cujos escritos citou, em Hebreus 8:8-12. (Jr 31:31-34) A respeito destes homens,
o mesmo escritor disse que "o mundo não era digno deles", e que 'receberam
testemunho por intermédio de sua fé'. - Hb 11:32, 38, 39.
NOTAS E REFERÊNCIAS
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