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10/07/2013

CARTA ENCÍCLICA FIDES ET RATIO DO SUMO PONTÍFICE JOÃO PAULO II


  Venerados Irmãos no Episcopado,
saúde e Bênção Apostólica!

A fé e a razão (fides et ratio) constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. Foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, em última análise, de O conhecer a Ele, para que, conhecendo-O e amando-O, possa chegar também à verdade plena sobre si próprio (cf. Ex 33, 18; Sal 2726, 8-9; 6362, 2-3; Jo 14, 8; 1 Jo 3, 2).



INTRODUÇÃO - «CONHECE-TE A TI MESMO »

1. Tanto no Oriente como no Ocidente, é possível entrever um caminho que, ao longo dos séculos, levou a humanidade a encontrar-se progressivamente com a verdade e a confrontar-se com ela. É um caminho que se realizou — nem podia ser de outro modo — no âmbito da autoconsciência pessoal: quanto mais o homem conhece a realidade e o mundo, tanto mais se conhece a si mesmo na sua unicidade, ao mesmo tempo que nele se torna cada vez mais premente a questão do sentido das coisas e da sua própria existência. O que chega a ser objecto do nosso conhecimento, torna-se por isso mesmo parte da nossa vida. A recomendação conhece-te a ti mesmo estava esculpida no dintel do templo de Delfos, para testemunhar uma verdade basilar que deve ser assumida como regra mínima de todo o homem que deseje distinguir-se, no meio da criação inteira, pela sua qualificação de « homem », ou seja, enquanto «conhecedor de si mesmo ».

Aliás, basta um simples olhar pela história antiga para ver com toda a clareza como surgiram simultaneamente, em diversas partes da terra animadas por culturas diferentes, as questões fundamentais que caracterizam o percurso da existência humana: Quem sou eu? Donde venho e para onde vou? Porque existe o mal? O que é que existirá depois desta vida? Estas perguntas encontram-se nos escritos sagrados de Israel, mas aparecem também nos Vedas e no Avestá; achamo-las tanto nos escritos de Confúcio e Lao-Tze, como na pregação de Tirtankara e de Buda; e assomam ainda quer nos poemas de Homero e nas tragédias de Eurípides e Sófocles, quer nos tratados filosóficos de Platão e Aristóteles. São questões que têm a sua fonte comum naquela exigência de sentido que, desde sempre, urge no coração do homem: da resposta a tais perguntas depende efectivamente a orientação que se imprime à existência.

2. A Igreja não é alheia, nem pode sê-lo, a este caminho de pesquisa. Desde que recebeu, no Mistério Pascal, o dom da verdade última sobre a vida do homem, ela fez-se peregrina pelas estradas do mundo, para anunciar que Jesus Cristo é « o caminho, a verdade e a vida » (Jo 14, 6). De entre os vários serviços que ela deve oferecer à humanidade, há um cuja responsabilidade lhe cabe de modo absolutamente peculiar: é a diaconia da verdade. 1 Por um lado, esta missão torna a comunidade crente participante do esforço comum que a humanidade realiza para alcançar a verdade, 2 e, por outro, obriga-a a empenhar-se no anúncio das certezas adquiridas, ciente todavia de que cada verdade alcançada é apenas mais uma etapa rumo àquela verdade plena que se há--de manifestar na última revelação de Deus: « Hoje vemos como por um espelho, de maneira confusa, mas então veremos face a face. Hoje conheço de maneira imperfeita, então conhecerei exactamente » (1 Cor 13, 12).

3. Variados são os recursos que o homem possui para progredir no conhecimento da verdade, tornando assim cada vez mais humana a sua existência. De entre eles sobressai a filosofia, cujo contributo específico é colocar a questão do sentido da vida e esboçar a resposta: constitui, pois, uma das tarefas mais nobres da humanidade. O termo filosofia significa, segundo a etimologia grega, « amor à sabedoria ». Efectivamente a filosofia nasceu e começou a desenvolver-se quando o homem principiou a interrogar-se sobre o porquê das coisas e o seu fim. Ela demonstra, de diferentes modos e formas, que o desejo da verdade pertence à própria natureza do homem. Interrogar-se sobre o porquê das coisas é uma propriedade natural da sua razão, embora as respostas, que esta aos poucos vai dando, se integrem num horizonte que evidencia a complementaridade das diferentes culturas onde o homem vive.

A grande incidência que a filosofia teve na formação e desenvolvimento das culturas do Ocidente não deve fazer-nos esquecer a influência que a mesma exerceu também nos modos de conceber a existência presentes no Oriente. Na realidade, cada povo possui a sua própria sabedoria natural, que tende, como autêntica riqueza das culturas, a exprimir-se e a maturar em formas propriamente filosóficas. Prova da verdade de tudo isto é a existência duma forma basilar de conhecimento filosófico, que perdura até aos nossos dias e que se pode constatar nos próprios postulados em que as várias legislações nacionais e internacionais se inspiram para regular a vida social.

4. Deve-se assinalar, porém, que, por detrás dum único termo, se escondem significados diferentes. Por isso, é necessária uma explicitação preliminar. Impelido pelo desejo de descobrir a verdade última da existência, o homem procura adquirir aqueles conhecimentos universais que lhe permitam uma melhor compreensão de si mesmo e progredir na sua realização. Os conhecimentos fundamentais nascem da maravilha que nele suscita a contemplação da criação: o ser humano enche-se de encanto ao descobrir-se incluído no mundo e relacionado com outros seres semelhantes, com quem partilha o destino. Parte daqui o caminho que o levará, depois, à descoberta de horizontes de conhecimentos sempre novos. Sem tal assombro, o homem tornar-se-ia repetitivo e, pouco a pouco, incapaz de uma existência verdadeiramente pessoal.

A capacidade reflexiva própria do intelecto humano permite elaborar, através da actividade filosófica, uma forma de pensamento rigoroso, e assim construir, com coerência lógica entre as afirmações e coesão orgânica dos conteúdos, um conhecimento sistemático. Graças a tal processo, alcançaram-se, em contextos culturais diversos e em diferentes épocas históricas, resultados que levaram à elaboração de verdadeiros sistemas de pensamento. Historicamente isto gerou muitas vezes a tentação de identificar uma única corrente com o pensamento filosófico inteiro. Mas, nestes casos, é claro que entra em jogo uma certa «soberba filosófica », que pretende arvorar em leitura universal a própria perspectiva e visão imperfeita. Na realidade, cada sistema filosófico, sempre no respeito da sua integridade e livre de qualquer instrumentalização, deve reconhecer a prioridade do pensar filosófico de que teve origem e ao qual deve coerentemente servir.

Neste sentido, é possível, não obstante a mudança dos tempos e os progressos do saber, reconhecer um núcleo de conhecimentos filosóficos, cuja presença é constante na história do pensamento. Pense-se, só como exemplo, nos princípios de não-contradição, finalidade, causalidade, e ainda na concepção da pessoa como sujeito livre e inteligente, e na sua capacidade de conhecer Deus, a verdade, o bem; pense-se, além disso, em algumas normas morais fundamentais que geralmente são aceites por todos. Estes e outros temas indicam que, para além das correntes de pensamento, existe um conjunto de conhecimentos, nos quais é possível ver uma espécie de património espiritual da humanidade. É como se nos encontrássemos perante uma filosofia implícita, em virtude da qual cada um sente que possui estes princípios, embora de forma genérica e não reflectida. Estes conhecimentos, precisamente porque partilhados em certa medida por todos, deveriam constituir uma espécie de ponto de referência para as diversas escolas filosóficas. Quando a razão consegue intuir e formular os princípios primeiros e universais do ser, e deles deduzir correcta e coerentemente conclusões de ordem lógica e deontológica, então pode-se considerar uma razão recta, ou, como era chamada pelos antigos, orthòs logos, recta ratio.

5. A Igreja, por sua vez, não pode deixar de apreciar o esforço da razão na consecução de objectivos que tornem cada vez mais digna a existência pessoal. Na verdade, ela vê, na filosofia, o caminho para conhecer verdades fundamentais relativas à existência do homem. Ao mesmo tempo, considera a filosofia uma ajuda indispensável para aprofundar a compreensão da fé e comunicar a verdade do Evangelho a quantos não a conhecem ainda.

Na sequência de iniciativas análogas dos meus Predecessores, desejo também eu debruçar-me sobre esta actividade peculiar da razão. Faço-o movido pela constatação, sobretudo em nossos dias, de que a busca da verdade última aparece muitas vezes ofuscada. A filosofia moderna possui, sem dúvida, o grande mérito de ter concentrado a sua atenção sobre o homem. Partindo daí, uma razão cheia de interrogativos levou por diante o seu desejo de conhecer sempre mais ampla e profundamente. Desta forma, foram construídos sistemas de pensamento complexos, que deram os seus frutos nos diversos âmbitos do conhecimento, favorecendo o progresso da cultura e da história. A antropologia, a lógica, as ciências da natureza, a história, a linguística, de algum modo todo o universo do saber foi abarcado. Todavia, os resultados positivos alcançados não devem levar a transcurar o facto de que essa mesma razão, porque ocupada a investigar de maneira unilateral o homem como objecto, parece ter-se esquecido de que este é sempre chamado a voltar-se também para uma realidade que o transcende. Sem referência a esta, cada um fica ao sabor do livre arbítrio, e a sua condição de pessoa acaba por ser avaliada com critérios pragmáticos baseados essencialmente sobre o dado experimental, na errada convicção de que tudo deve ser dominado pela técnica. Foi assim que a razão, sob o peso de tanto saber, em vez de exprimir melhor a tensão para a verdade, curvou-se sobre si mesma, tornando-se incapaz, com o passar do tempo, de levantar o olhar para o alto e de ousar atingir a verdade do ser. A filosofia moderna, esquecendo-se de orientar a sua pesquisa para o ser, concentrou a própria investigação sobre o conhecimento humano. Em vez de se apoiar sobre a capacidade que o homem tem de conhecer a verdade, preferiu sublinhar as suas limitações e condicionalismos.

Daí provieram várias formas de agnosticismo e relativismo, que levaram a investigação filosófica a perder-se nas areias movediças dum cepticismo geral. E, mais recentemente, ganharam relevo diversas doutrinas que tendem a desvalorizar até mesmo aquelas verdades que o homem estava certo de ter alcançado. A legítima pluralidade de posições cedeu o lugar a um pluralismo indefinido, fundado no pressuposto de que todas as posições são equivalentes: trata-se de um dos sintomas mais difusos, no contexto actual, de desconfiança na verdade. E esta ressalva vale também para certas concepções de vida originárias do Oriente: é que negam à verdade o seu carácter exclusivo, ao partirem do pressuposto de que ela se manifesta de modo igual em doutrinas diversas ou mesmo contraditórias entre si. Neste horizonte, tudo fica reduzido a mera opinião. Dá a impressão de um movimento ondulatório: enquanto, por um lado, a razão filosófica conseguiu avançar pela estrada que a torna cada vez mais atenta à existência humana e às suas formas de expressão, por outro tende a desenvolver considerações existenciais, hermenêuticas ou linguísticas, que prescindem da questão radical relativa à verdade da vida pessoal, do ser e de Deus. Como consequência, despontaram, não só em alguns filósofos mas no homem contemporâneo em geral, atitudes de desconfiança generalizada quanto aos grandes recursos cognoscitivos do ser humano. Com falsa modéstia, contentam-se de verdades parciais e provisórias, deixando de tentar pôr as perguntas radicais sobre o sentido e o fundamento último da vida humana, pessoal e social. Em suma, esmoreceu a esperança de se poder receber da filosofia respostas definitivas a tais questões.

6. Credenciada pelo facto de ser depositária da revelação de Jesus Cristo, a Igreja deseja reafirmar a necessidade da reflexão sobre a verdade. Foi por este motivo que decidi dirigir-me a vós, venerados Irmãos no Episcopado, com quem partilho a missão de anunciar « abertamente a verdade » (2 Cor 4, 2), e dirigir-me também aos teólogos e filósofos a quem compete o dever de investigar os diversos aspectos da verdade, e ainda a quantos andam à procura duma resposta, para comunicar algumas reflexões sobre o caminho que conduz à verdadeira sabedoria, a fim de que todo aquele que tiver no coração o amor por ela possa tomar a estrada certa para a alcançar, e nela encontrar repouso para a sua fadiga e também satisfação espiritual.

Tomo esta iniciativa impelido, antes de mais, pela certeza de que os Bispos, como assinala o Concílio Vaticano II, são « testemunhas da verdade divina e católica » 3. Por isso, testemunhar a verdade é um encargo que nos foi confiado a nós, os Bispos; não podemos renunciar a ele, sem faltar ao ministério que recebemos. Reafirmando a verdade da fé, podemos restituir ao homem de hoje uma genuína confiança nas suas capacidades cognoscitivas e oferecer à filosofia um estímulo para poder recuperar e promover a sua plena dignidade.

Há um segundo motivo que me induz a escrever estas reflexões Na carta encíclica Veritatis splendor, chamei a atenção para « algumas verdades fundamentais da doutrina católica que, no contexto actual, correm o risco de serem deformadas ou negadas ». 4 Com este novo documento, desejo continuar aquela reflexão, concentrando a atenção precisamente sobre o tema da verdade e sobre o seu fundamento em relação com a fé. De facto, não se pode negar que este período, de mudanças rápidas e complexas, deixa sobretudo os jovens, a quem pertence e de quem depende o futuro, na sensação de estarem privados de pontos de referência autênticos. A necessidade de um alicerce sobre o qual construir a existência pessoal e social faz-se sentir de maneira premente, principalmente quando se é obrigado a constatar o carácter fragmentário de propostas que elevam o efémero ao nível de valor, iludindo assim a possibilidade de se alcançar o verdadeiro sentido da existência. Deste modo, muitos arrastam a sua vida quase até à borda do precipício, sem saber o que os espera. Isto depende também do facto de, às vezes, quem era chamado por vocação a exprimir em formas culturais o fruto da sua reflexão, ter desviado o olhar da verdade, preferindo o sucesso imediato ao esforço duma paciente investigação sobre aquilo que merece ser vivido. A filosofia, que tem a grande responsabilidade de formar o pensamento e a cultura através do apelo perene à busca da verdade, deve recuperar vigorosamente a sua vocação originária. É por isso que senti a necessidade e o dever de intervir sobre este tema, para que, no limiar do terceiro milénio da era cristã, a humanidade tome consciência mais clara dos grandes recursos que lhe foram concedidos, e se empenhe com renovada coragem no cumprimento do plano de salvação, no qual está inserida a sua história.

Leio o texto completo

Fonte:

Vaticano

08/07/2013

CARTA ENCÍCLICA LUMEN FIDEI DO SUMO PONTÍFICE FRANCISCO


1. A luz da fé é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: « Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas » (Jo 12, 46). E São Paulo exprime-se nestes termos: « Porque o Deus que disse: "das trevas brilhe a luz", foi quem brilhou nos nossos corações » (2 Cor 4, 6). No mundo pagão, com fome de luz, tinha-se desenvolvido o culto do deus Sol, Sol invictus, invocado na sua aurora. Embora o sol renascesse cada dia, facilmente se percebia que era incapaz de irradiar a sua luz sobre toda a existência do homem. De facto, o sol não ilumina toda a realidade, sendo os seus raios incapazes de chegar até às sombras da morte, onde a vista humana se fecha para a sua luz. Aliás « nunca se viu ninguém — afirma o mártir São Justino — pronto a morrer pela sua fé no sol ».[1] Conscientes do amplo horizonte que a fé lhes abria, os cristãos chamaram a Cristo o verdadeiro Sol, « cujos raios dão a vida ».[2] A Marta, em lágrimas pela morte do irmão Lázaro, Jesus diz-lhe: « Eu não te disse que, se acreditares, verás a glória de Deus? » (Jo 11, 40). Quem acredita, vê; vê com uma luz que ilumina todo o percurso da estrada, porque nos vem de Cristo ressuscitado, estrela da manhã que não tem ocaso.

Uma luz ilusória?

2. E contudo podemos ouvir a objecção que se levanta de muitos dos nossos contemporâneos, quando se lhes fala desta luz da fé. Nos tempos modernos, pensou-se que tal luz poderia ter sido suficiente para as sociedades antigas, mas não servia para os novos tempos, para o homem tornado adulto, orgulhoso da sua razão, desejoso de explorar de forma nova o futuro. Nesta perspectiva, a fé aparecia como uma luz ilusória, que impedia o homem de cultivar a ousadia do saber. O jovem Nietzsche convidava a irmã Elisabeth a arriscar, percorrendo vias novas (…), na incerteza de proceder de forma autónoma ». E acrescentava: « Neste ponto, separam-se os caminhos da humanidade: se queres alcançar a paz da alma e a felicidade, contenta-te com a fé; mas, se queres ser uma discípula da verdade, então investiga ».[3] O crer opor-se-ia ao indagar. Partindo daqui, Nietzsche desenvolverá a sua crítica ao cristianismo por ter diminuído o alcance da existência humana, espoliando a vida de novidade e aventura. Neste caso, a fé seria uma espécie de ilusão de luz, que impede o nosso caminho de homens livres rumo ao amanhã.

Leia o texto comoleto.

Fonte:

Vaticano

01/07/2013

Primeira encíclica do Papa Francisco vai ser apresentada na sexta-feira


Cidade do Vaticano, 01 jul 2013 (Ecclesia) - A primeira encíclica do Papa Francisco, denominada ‘Lumen fidei’ (Luz da Fé), vai ser apresentada esta sexta-feira no Vaticano, anunciou hoje a a sala de imprensa da Santa Sé.
A conferência de imprensa de apresentação contará com a participação dos prefeitos da Congregação dos Bispos, cardeal Marc Ouellet; da Congregação para a Doutrina da Fé, D. Gerhard Ludwig Müller; e do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, D. Rino Fisichella.

A publicação da encíclica tinha sido anunciada no último dia 13 pelo portal de notícias do Vaticano “news.va”, adiantando que Francisco tinha anunciado a sua intenção de concluir o documento sobre o tema da fé iniciado por Bento XVI.

Segundo o atual Papa, a nova encíclica sobre a fé é um “documento forte” e será escrita a “a quatro mãos”.
“A transmissão da fé cristã é o objetivo de uma nova evangelização e de toda a obra evangelizadora da Igreja, que existe para isso mesmo”, disse Francisco, num discurso aos membros do XIII Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos (Santa Sé).
O Papa referiu depois que a expressão “nova evangelização” ajuda a tomar consciência de que “mesmo nos países da antiga tradição cristã” é necessário um “renovado anúncio do Evangelho”, que não seja “superficial” nem marcado pela “rotina”, mas proporcione um “encontro com Cristo que transforme verdadeiramente a vida”.
PR/OC

Fonte:

Agência Ecclesia

14/02/2013

DOCUMENTOS PONTIFÍCIOS


TítuloAutor
Ano
Documento
 
Acerba AnimiPio XI1932Encíclica
Acerbo NimisPio X1905Encíclica
Ad Beatissimi Apostolorum         Bento XV1914 Encíclica
Ad Apostolorum PrincipisPio XII1958Encíclica
Ad Caeli ReginamPio XII1954Encíclica
Ad Catholici SacerdotiiPio XI1935Encíclica
Ad Diem Illum LaetissimumPio X1904Encíclica
Ad ExtremasLeão XIII1893Encíclica
AdiutricemLeão XIII1895Encíclica
Ad PascendumPaulo VI1972Motu Proprio
Ad Petri CathedramJoão XXIII1959Encíclica
Ad Sinarum GentemPio XII1954Encíclica
Ad Tuendam FidemJoão Paulo II1998Motu Proprio
Aeterna Dei SapientiaJoão XXIII1961Encíclica
Aeterni PatrisLeão XIII1879Encíclica
Affari VosLeão XIII1897Encíclica
AlimentaçãoJoão Paulo IIdesde 1978Mensagem pelo Dia Mundial
Ancona (Viagem)João Paulo II1999 Discursos, Homilias, Angelus
AngelusPaulo VIdesde 1963Angelus do Santo Padre
AngelusJoão Paulo IIdesde 1978Angelus do Santo Padre
Anni SacriPio XII1950Encíclica
Annum SacrumLeão XIII1899Encíclica
Annus Iam PlenusBento XV1920Encíclica
AnzianiJoão Paulo II1999Carta
Apostolorum LiminaPaulo VI1974Carta Apostólica
Apostolos SuosJoão Paulo II1998Motu Proprio
Arcanum DivinaeLeão XIII1880Encíclica
Armênia (Viagem)João Paulo II2001Discursos, Homilias, Angelus
ArtistasJoão Paulo II1999Carta
AudiênciasPaulo VIdesde 1963Audiências 
AudiênciasJoão Paulo IIdesde 1978Audiências Gerais 
Augustissimae Virginis MariaeLeão XIII1897Encíclica
Au Milieu des SollicitudesLeão XIII1892Encíclica
Auspicato ConcessumLeão XIII1882Encíclica
Auspicia QuaedamPio XII1948Encíclicas
Áustria (Viagem)João Paulo II1998 Discursos, Homilias, Angelus


TítuloAutorAnoTipo
 
Batismo do Povo Armênio João Paulo II2001Carta Apostólica
BiografiaJoão Paulo II1978Biografia do Santo Padre 
BiografiaJoão Paulo I1978Biografia do Santo Padre 
BiografiaPaulo VI1963Biografia do Santo Padre  
BiografiaJoão XXIII1958Biografia do Santo Padre 
Bologna (Viagem)João Paulo II1997 Discursos, Homilias, Angelus
Boni PastorisJoão XXIII1959Motu Proprio
 

TítuloAutorAnoTipo
 
Cazaquistão (Viagem)João Paulo II     200Discursos - Homilias -Angelus
Caritate Christi CompulsiPio XI1932Encíclica
CaritatisLeão XIII1894Encíclica
Caritatis StudiumLeão XIII1898Encíclica
CartasJoão Paulo IIdesde 1978Cartas
Cartas ApostólicasJoão Paulo IIdesde 1978Cartas Apostólicas
Casti ConnubiiPio XI1930Encíclica
Catechesi TradendaeJoão Paulo II1979Exortação Apostólica
Catholicae EcclesiaeLeão XIII1890Encíclica
Causas MatrimonialesPaulo VI1971Carta Apostólica
Celebração do Mistério
Pascal
Paulo VI1969Carta Apostólica
Centesimus AnnusJoão Paulo II1991Encíclica
S. Clara Padroeira Celeste da TelevisãoPio XII1958Carta Apostólica
Christi MatriPaulo VI1966Encíclica
Christi NomenLeão XIII1894Encíclica
Christifideles LaiciJoão Paulo II1988Exortação Apostólica
Communium Interpretes
Dolorum
Pio XII1945Encíclica
Co-Padroeiras da EuropaJoão Paulo II1999Motu Proprio
Comunicações SociaisPaulo VIdesde 1963Mensagem pelo Dia Mundial  
Comunicações SociaisJoão Paulo IIdesde 1978Mensagem pelo Dia Mundial  
Communium RerumPio X1909Encíclica
Constanti HungarorumLeão XIII1893Encíclica
Constituições ApostólicasJoão XXIIIdesde 1958Constituições Apostólicas
Constituições ApostólicasPaulo VIdesde 1963Constituições Apostólicas
Constituições ApostólicasJoão Paulo IIdesde 1978Constituições Apostólicas
Credo do Povo de DeusPaulo VI1968Motu Proprio
CriançasJoão Paulo II1994Carta
Croácia (Viagem)João Paulo II1998Discursos, Homilias, Angelus
Cuba (Viagem)João Paulo II1998Discursos, Homilias, Angelus
Cum Multa SintLeão XIII1882Encíclica
Custodi di quella FedeLeão XIII1892Encíclica
 


TítuloAutorAnoTipo
 
Dall'alto dell'Apostolico SeggioLeão XIII1890Encíclica
Datis NuperrimePio XII1956Encíclica
Deiparae Virginis MariaePio XII1946Encíclica
Depuis le JourLeão XIII1899Encíclica
Dies DominiJoão Paulo II1998Carta Apostólica
Deus caritas estBento XVI2005Encíclica
Dilectissima NobisPio XI1933Encíclica
Discursos Paulo VIdesde 1963Discursos do Santo Padre
DiscursosJoão Paulo I1978Discursos do Santo Padre
DiscursosJoão Paulo IIdesde 1978 Discursos do Santo Padre
DiscursosBento XVIdesde 2005 Discursos do Santo Padre
Diuturni TemporisLeão XIII1898Encíclica
DiuturnumLeão XIII1881Encíclica
Dives in MisericordiaJoão Paulo II1980Encíclica
Divinae Consortium NaturaePaulo VI1971Constituição Apostólica
Divini Amoris ScientiaJoão Paulo II1997Carta Apostólica
Divini Illius MagistriPio XI1929Encíclica
Divini RedemptorisPio XI1937Encíclica
Divino Afflante SpirituPio XII1943Encíclica
Divinum Illud MunusLeão XIII1897Encíclica
Divinus Perfectionis MagisterJoão Paulo II1983Constituição Apostólica
DoenteJoão Paulo IIdesde 1978Mensagem pelo Dia Mundial  
Doctor MellifluusPio XII1953Encíclica
Dolentium HominumJoão Paulo II1985Motu Proprio
Dominum et VivificantemJoão Paulo II1986Encíclica
Dominicae CenaeJoão Paulo II1980Carta
Dum MultaLeão XIII1902Encíclica
 


TítuloAutorAnoTipo
 
Ecclesia de EucharistiaJoão Paulo II2003Encíclica
Ecclesia DeiJoão Paulo II1988Motu Proprio
Ecclesia in AfricaJoão Paulo II1995Exortação Apostólica
Ecclesia in AmericaJoão Paulo II1999Exortação Apostólica
Ecclesia in AsiaJoão Paulo II1999Exortação Apostólica
Ecclesia in EuropaJoão Paulo II2003Exortação Apostólica
Ecclesia in OceaniaJoão Paulo II2001Exortação Apostólica
Ecclesia in Urbe João Paulo II1998Constituição Apostólica
Ecclesiae FastosPio XII1954Encíclica
Ecclesiam SuamPaulo VI1964Encíclica
Editae SaepePio X1910Encíclica
EncíclicasJoão Paulo IIde 1978Encíclicas do Santo Padre
E SupremiPio X1903Encíclica
Exortações ApostólicasJoão Paulo IIde 1978Exortações Apostólicas
Eslovênia (Viagem)João Paulo II1999Discursos, Homilias, Angelus
Etsi CunctasLeão XIII1888Encíclica
Etsi NosLeão XIII1882Encíclica
Euntes in Mundum UniversumJoão Paulo II1988Carta Apostólica
Europae OrientalisJoão Paulo II1993Motu Proprio
Evangelica TestificatioPaulo VI1971Exortação Apostólica
Evangelii NuntiandiPaulo VI1975Exortação Apostólica
Evangelii PraeconesPio XII1951Encíclica
Evangelium VitaeJoão Paulo II1995Encíclica
Evangelização do Novo MundoJoão Paulo II1990Carta Apostólica
Ex Corde EcclesiaeJoão Paulo II1990Constituição Apostólica
Exeunte Iam AnnoLeão XIII1888Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
FamíliasJoão Paulo II1994Carta 
Familia a Deo InstitutaJoão Paulo II1981Motu Proprio
Familiaris ConsortioJoão Paulo II1981Exortação Apostólica
Fátima (Viagem)João Paulo II2000Discursos, Homilias, Angelus
Fausto Appetente DieBento XV1921Encíclica
Fidei DepositumJoão Paulo II1992Constituição Apostólica
Fidei DonumPio XII1957Encíclica
Fidentem Piumque AnimumLeão XIII1896Encíclica
Fides et RatioJoão Paulo II1998Encíclica
Fin dal PrincipioLeão XIII1902Encíclica
Firmissimam ConstantiamPio XI1937Encíclica
Fulgens CoronaPio XII1953Encíclica
Fulgens RadiaturPio XII1947Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Gaudete in DominoPaulo VI1975Exortação Apostólica
Grata RecordatioJoão XXIII1959Encíclica
Grécia (Viagem)João Paulo II2001Discursos, Homilias, Angelus
Geórgia (Viagem)João Paulo II1999Discursos, Homilias, Angelus
Grande MunusLeão XIII1880Encíclica
Graves de Communi ReLeão XIII1901Encíclica
GravissimasLeão XIII1901Encíclica
Gravissimo Officii MunerePio X1906Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Haerent AnimoPio X1908Exortação Apostólica
Haurietis AquasPio XII1956Encíclica
HomiliasPaulo VIde 1963Homilias do Santo Padre
HomiliasJoão Paulo IIde 1978Homilias do Santo Padre
Humanae SalutisJoão XXIII1961Constituição Apostólica
Humanae VitaePaulo VI1968Encíclica
Humani GenerisPio XII1950Encíclica
Humani Generis RedemptionemBento XV1917Encíclica
Humanum GenusLeão XIII1884Encíclica
Hungria: MilênioJoão Paulo II2001Carta Apostólica
  



TítuloAutorAnoTipo
IamdudumPio X1911Encíclica
IampridemLeão XIII1886Encíclica
Il Fermo PropositoPio X1905Encíclica
Il film idealePio XII1955Exortação Apostólica
Il religioso convegnoJoão XXIII1961Carta Apostólica
Immortale DeiLeão XIII1885Encíclica
In AmplissimoLeão XIII1902Encíclica
In Fructibus MultisPaulo VI1964Motu Proprio
Inde a PontificatusJoão Paulo II1993Motu Proprio
Inde a PrimisJoão XXIII1960Carta Apostólica
Índia (Viagem)João Paulo II1999Discursos, Homilias, Angelus
Indulgentiarum DoctrinaPaulo VI1967Constituição Apostólica
IIngravescentibus MalisPio XI1937Encíclica
Ingruentium MalorumPio XII1951Encíclica
In Hac TantaBento XV1919Encíclica
Inimica VisLeão XIII1892Encíclica
In IpsoLeão XIII1891Encíclica
Iniquis AfflictisquePio XI1926Encíclica
Inizio II Guerra Mondiale: 50° anniversario.João Paulo II1989Carta Apostólica
In Multiplicibus CurisPio XII1948Encíclica
In PlurimisLeão XIII1888Encíclica
In Praeclara SummorumBento XV1921Encíclica
Inscrutabili Dei ConsilioLeão XIII1878Encíclica
InsignesLeão XIII1896Encíclica
Inter GravesLeão XIII1894Encíclica
Inter Munera AcademiarumJoão Paulo II1999Carta Apostólica
Invicti AthletaePio XII1957Encíclica
Ísquia (Itália) ViagemJoão Paulo II2002Viagem
Iucunda SanePio X1904Encíclica
Iucunda Semper ExpectationeLeão XIII1894Encíclica



TítuloAutorAnoTipo
 
Laborem ExercensJoão Paulo II1981Encíclica
Lacrimabili StatuPio X1912Encíclica
Laetamur AdmodumPio XII1956Encíclica
Laetamur MagnopereJoão Paulo II1997Carta Apostólica
Laetitiae SanctaeLeão XIII1893Encíclica
Le Pèlerinage de LourdesPio XII1957Encíclica
Le voci che da tuttiJoão XXIII1961Carta Apostólica
Líbano (Viagem)João Paulo II1997Discursos, Homilias, Angelus
LibertasLeão XIII1888Encíclica
Licet MultaLeão XIII1881Encíclica
Litteras a VobisLeão XIII1894Encíclica
LonginquaLeão XIII1895Encíclica
Luctuosissimi EventusPio XII1956Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Magnae Dei MatrisLeão XIII1892Encíclica
Magni NobisLeão XIII1889Encíclica
Magnum Matrimonii
Sacramentum
João Paulo II1982Constituição Apostólica
Malta (Viagem)João Paulo II2001Discursos, Homilias, Angelus
Mane Nobiscum DomineJoão Paulo II2004Carta  Apostólica
Marialis CultusPaulo VI1974Exortação Apostólica
Mater et MagistraJoão XXIII1961Encíclica
Maximam GravissimamquePio XI1924Encíclica
Maximum IlludBento XV1919Carta Apostólica
Mediator DeiPio XII1947Encíclica
Meminisse IuvatPio XII1958Encíclica
Mens NostraPio XI1929Encíclica
Mense MaioPaulo VI1965Encíclica
Menti NostraePio XII1950Exortação Apostólica
MensagensPaulo VIdesde 1963 Mensagens do Santo Padre
MensagensJoão Paulo IIdesde 1978 Mensagens do Santo Padre
México (Viagem)João Paulo II1999Discursos, Homilias, Angelus
Militantis EcclesiaeLeão XIII1897Encíclica
Mirabile IlludPio XII1950Encíclica
Mirae CaritatisLeão XIII1902Encíclica
Miranda ProrsusPio XII1957Encíclica
Misericordia Dei  João Paulo II2002Motu Proprio
Miserentissimus RedemptorPio XI1928Encíclica
Mit Brennender SorgePio XI1937Encíclica
Motu ProprioPaulo VIdesde 1963Motu Proprio
Motu ProprioJoão Paulo IIdesde 1978Motu Proprio
MigraçõesJoão Paulo IIde 1978Mensagem pelo Dia Mundial  
MissõesJoão Paulo IIde 1978Mensagem pelo Dia Mundial  
Monte SinaiJoão Paulo II2000Discursos, Homilias, Angelus
Mortalium AnimosPio XI1928Encíclica
MulheresJoão Paulo II1995Carta
Mulieris DignitatemJoão Paulo II1988Carta Apostólica
Musicae SacraePio XII1955Encíclica
Mysterium FideiPaulo VI1965Encíclica
Mystici Corporis ChristiPio XII1943Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
Nigéria (Viagem)João Paulo II1998Discursos, Homilias, Angelus
Nobilissima Gallorum GensLeão XIII1884Encíclica
Non Abbiamo BisognoPio XI1931Encíclica
Non MediocriLeão XIII1893Encíclica
Nos Es Muy ConocidaPio XI1937Encíclica
Nova ImpendetPio XI1931Encíclica
Novo Millennio IneunteJoão Paulo II2001Carta Apostólica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Octobri MenseLeão XIII1891Encíclica
Oecumenicum ConciliumJoão XXIII1962Carta Apostólica
Officio SanctissimoLeão XIII1887Encíclica
Omnibus CompertumLeão XIII1900Encíclica
Opera di S. Pietro: centenárioJoão Paulo II1989Carta Apostólica
Operosam DiemJoão Paulo II1996Carta Apostólica
Optatissima PaxPio XII1947Encíclica
Ordinatio SacerdotalisJoão Paulo II1994Carta Apostólica
Orientale LumenJoão Paulo II1995Carta Apostólica
Orientales Omnes EcclesiasPio XII1945Encíclica
Orientales EcclesiasPio XII1952Encíclica
Orientalis EcclesiaePio XII1944Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
PazPaulo VI de 1963Mensagem pelo Dia Mundial  
PazJoão Paulo II de 1978Mensagem pelo Dia Mundial  
Pacem, Dei
Munus Pulcherrimum
Bento XV1920Encíclica
Pacem in TerrisJoão XXIII1963Encíclica
Paenitentiam AgereJoão XXIII1962Encíclica
Paris (Viagem)João Paulo II1997Discursos, Homilias, Angelus
Pastor BonusJoão Paulo II1988Constituição Apostólica
PastoralisLeão XIII1891Encíclica
Pastoralis OfficiiLeão XIII1891Encíclica
Pastores Dabo VobisJoão Paulo II1992Exortação Apostólica
Pastores GregisJoão Paulo II2003Exortação Apostólica
Pascendi Dominici GregisPio X1907Encíclica
Paterna cum benevolentiaPaulo VI1974Exortação Apostólica
Paterna CaritasLeão XIII1888Encíclica
PaternaeLeão XIII1899Encíclica
Paterno Iam DiuBento XV1919Encíclica
Peregrinações JubilaresJoão Paulo II  Discursos, Homilias, Angelus
Pergrata NobisLeão XIII1886Encíclica
Permoti NosLeão XIII1895Encíclica
Pieni L'AnimoPio X1906Encíclica
Polônia (Viagem)João Paulo II1997Discursos, Homilias, Angelus
Polônia (Viagem)João Paulo II1999Discursos, Homilias, Angelus
Populorum ProgressioPaulo VI1967Encíclica
Princeps PastorumJoão XXIII1959Encíclica
Principi Apostolorum PetroBento XV1920Encíclica
Providentissimus DeusLeão XIII1893Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Quadragesimo AnnoPio XI1931Encíclica
Quae Ad NosLeão XIII1902Encíclica
QuaemadmodumPio XII1946Encíclica
Quam AerumnosaLeão XIII1888Encíclica
Quamquam PluriesLeão XIII1889Encíclica
Quam ReligiosaLeão XIII1898Encíclica
QuaresmaJoão Paulo IIde 1978Mensagem pelo Dia Mundial  
Quarto Abeunte SaeculoLeão XIII1892Encíclica
Quas PrimasPio XI1925Encíclica
Quo Civium IuraJoão Paulo II1987Motu Proprio
Quod AnniversariusLeão XIII1888Encíclica
Quod Apostolici MunerisLeão XIII1878Encíclica
Quod AuctoritateLeão XIII1885Encíclica
Quod Iam DiuBento XV1918Encíclica
Quod MultumLeão XIII1886Encíclica
Quod VotisLeão XIII1902Encíclica
Quum DiuturnumLeão XIII1898Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Rádio-mensagensPio XIIde 1941Discursos do Santo Padre
Reconciliatio et PaenitentiaJoão Paulo II1984Exortação Apostólica
Redemptionis DonumJoão Paulo II1984Exortação Apostólica
Redemptor HominisJoão Paulo II1979Encíclica
Redemptoris CustosJoão Paulo II1989Exortação Apostólica
Redemptoris MaterJoão Paulo II1987Encíclica
Redemptoris MissioJoão Paulo II1990Encíclica
Redemptoris Nostri CruciatusPio XII1949Encíclica
Repubblica Tcheca (Viagem)João Paulo II1997Discursos, Homilias, Angelus
ReputantibusLeão XIII1901Encíclica
Rerum EcclesiaePio XI1926Encíclica
Rerum NovarumLeão XIII1891Encíclica
Rerum Omnium PerturbationemPio XI1923Encíclica
Rio de Janeiro (Viagem)João Paulo II1997Discursos, Homilias, Angelus
Rite ExpiatisPio XI1926Encíclica
Romênia-Roma (União)João Paulo II2000Carta Apostólica
Romênia (Viaggio)João Paulo II1999Discursos, Homilias, Angelus
Romano Pontifici EligendoPaulo VI1975Constituição Apostólica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Sacerdotalis CaelibatusPaulo VI1967Encíclica
SacerdotesJoão Paulo IIde 1978 Cartas por ocasião da Quinta-feira Santa
Sacerdotii Nostri PrimordiaJoão XXIII1959Encíclica
Sacra PropediemBento XV1921Encíclica
Sacra VirginitasPio XII1954Encíclica
Sacrae Disciplinae LegesJoão Paulo II1983Constituição Apostólica
Sacram Unctionem InfirmorumPaulo VI1972Constituição Apostólica
Saeculo Exeunte OctavoPio XII1940Encíclica
Saepe NosLeão XIII1888Encíclica
o Tomás MoroJoão Paulo II2000Motu Proprio
Sapientia ChristianaJoão Paulo II1979Constituição Apostólica
Sarajevo (Viagem)João Paulo II1997Discursos, Homilias, Angelus
Sempiternus Rex ChristusPio XII1951Encíclica
Sancta Dei CivitasLeão XIII1880Encíclica
Sapientia ChristianaJoão Paulo II1979Constituição Apostólica
Sapientiae ChristianaeLeão XIII1890Encíclica
Satis CognitumLeão XIII1896Encíclica
Sertum LaetitiaePio XII1939Encíclica
Serviços Centrais de Trabalho da  Sé ApostólicaJoão Paulo II1994Motu Proprio
Singulari QuadamPio X1912Encíclica
Slavorum ApostoliJoão Paulo II1985Encíclica
Signum magnumPaulo VI1985Exortação Apostólica
Síria (Viagem)João Paulo II2001Discursos, Homilias, Angelus
Situação no LíbanoJoão Paulo II1989Carta Apostólica
Socialium ScientiarumJoão Paulo II1994Motu Proprio
Sollicita CuraJoão Paulo II1987Motu Proprio
Sollicitudo Rei SocialisJoão Paulo II1987Encíclica
Spe SalviBento XVI2007Encíclica
Spectata FidesLeão XIII1885Encíclica
Spesse VolteLeão XIII1898Encíclica
Spiritus et SponsaJoão Paulo II2003Carta Apostólica
Spiritus ParaclitusBento XV1920Encíclica
St. Louis (Viagem)João Paulo II1999Discursos, Homilias, Angelus
Stella MarisJoão Paulo II1997Motu Proprio
Summi MaerorisPio XII1950Encíclica
Summi PontificatusPio XII1939Encíclica
Superiore AnnoLeão XIII1884Encíclica
Supremi Apostolatus OfficioLeão XIII1883Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Tametsi Futura ProspicientibusLeão XIII1900Encíclica
Terra Santa (Viagem)João Paulo II2000Discursos - Homilias - Angelus
Tertio Millennnio AdvenienteJoão Paulo II1994Carta Apostólica
Turim (Viagem)João Paulo II1998Discursos - Homilias - Angelus
Tra le sollecitudiniPio X1903Motu Proprio
Tredecim AnniJoão Paulo II1982Motu Proprio
Tribus CirciterPio X1906Encíclica
TurismoJoão Paulo IIde 1989 Mensagem pelo Dia Mundial  
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Ucrânia (Viagem)João Paulo II2001Discursos, Homilias, Angelus
Une Fois EncorePio X1907Encíclica
União de BrestJoão Paulo II1995Carta Apostólica
União de UzhorodJoão Paulo II1996Carta Apostólica
Universi Dominici GregisJoão Paulo II1996Constituição Apostólica
Urbanitatis VeterisLeão XIII1901Encíclica
Urbi et OrbiJoão Paulo IIde 1978Mensagens 
Ut Unum SintJoão Paulo II1995Encíclica
  


TítuloAutorAnoTipo
 
Vehementer NosPio X1906Encíclica
Vercelli (Viagem)João Paulo II1998Discursos, Homilias, Angelus
Vigilante curaPio XI1936Encíclica
Veritatis SplendorJoão Paulo II1993Encíclica
ViagensJoão Paulo IIde 1978Viagens do Santo Padre
Vicesimus Quintus AnnusJoão Paulo II1988Carta Apostólica
Vi è Ben NotoLeão XIII1887Encíclica
Vida ConsagradaJoão Paulo IIde 1978Mensagem pelo Dia Mundial  
Vida ConsagradaJoão Paulo II1996Exortação Apostólica
VocaçõesJoão Paulo IIde 1978Mensagem pelo Dia Mundial  

Vida monástica no cristianismo

A vida monástica no cristianismo surgiu como uma forma de busca por uma vida de maior consagração a Deus, com o objetivo de se afastar do mu...