Mostrando postagens com marcador Organismos do Vaticano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Organismos do Vaticano. Mostrar todas as postagens

31/07/2013

Guarda Papal


I
Estandarte da Guarda Suíça

nicialmente a Guarda Suíça era um conjunto de soldados mercenários suíços, que combatiam por diversas potências europeias entre os séculos XV e XIX em troca de pagamento. Hoje só servem o Vaticano.
A Guarda Suíça do Vaticano foi formada em 1506, em atendimento a uma solicitação de proteção feita em 1503 pelo Papa Júlio II aos nobres suíços. Cerca de 150 nobres tidos como os melhores e mais corajosos chegaram a Roma vindos dos cantões de Zurique, Uri, Unterwalden e Lucerna. O seu comandante era o capitão Kaspar von Silenen.
A batalha mais expressiva foi em 6 de maio de 1527, quando as tropas invasoras imperiais de Carlos V de Habsburgo, em guerra com Francisco I, entram em Roma. O exército imperial era composto de cerca de 18000 mercenários. Em frente à Basílica de São Pedro e depois nas imediações do Altar-Mor, a Guarda Suíça lutou contra cerca de 1000 soldados alemães e espanhóis. Combateram ferozmente formando um círculo em volta do Papa Clemente VII visando protegê-lo e levá-lo em segurança ao Castelo de Santo Ângelo. Faleceram 108 guardas, mas em contrapartida 800 dos 1000 mercenários do assalto caíram mortos pelas alabardas dos suíços.

O Papa Pio V (1566-1572) enviou a Guarda Suíça para combater na Batalha de Lepanto, contra os turcos. Com Pio VI a guarda foi dissolvida já que este Papa foi enviado para o exílio por Napoleão. A guarda voltou a formar-se em 1801 e, em 1848, desempenhou um papel decisivo na defesa do Palácio Apostólico frente aos revolucionários nacionalistas italianos.

Quando a Alemanha Nazi ocupou Roma em setembro de 1943, a Guarda Suíça e as outras unidades que na época constituíam as formas armadas papais, como a Guarda Palatina, foram colocadas em estado de alerta. Houve um aumento no número de postos de vigia. Os guardas trocaram as alabardas e espadas por espingardas Mauser 98k, baionetas e cartucheiras com 60 substituições de munição, como medida de precaução. Embora as tropas alemãs patrulhassem o território italiano até à Praça de São Pedro, não houve qualquer tentativa de invasão pela fronteira do Vaticano nem qualquer confronto entre a Guarda Suíça e tropas alemãs. Nessa altura a Guarda tinha apenas 60 homens, pelo que poderia apenas ter feito uma resistência simbólica a qualquer ataque. No próprio dia em que os alemães ocuparam Roma o Papa Pio XII deu ordens que proibiam a Guarda Suíça de derramar sangue em sua defesa.

Em 4 de maio de 1998 o coronel da Guarda Suíça Alois Estermann, a sua mulher Gladys Meza Romero e o vice-cabo Cédric Tornay foram encontrados mortos no apartamento de Estermann. A versão oficial do Vaticano atribuiu a responsabilidade do delito ao vice-cabo Tornay.


O uniforme que hoje a Guarda usa foi desenhado por Jules Répond3 (comandante no período 1910-1921) a partir do modelo que se atribui a Michelangelo por volta de 1505, pelo que é considerado um dos uniformes militares mais antigos do mundo, e muito mais vistoso, alegre e colorido que o do século XIX: o capacete é decorado com uma pluma vermelha, as luvas são brancas e a couraça tem reminiscências medievais. A cor vermelha foi introduzida pelo Papa Leão X, em homenagem ao escudo dos Médici, e simboliza também o sangue derramado em defesa do Papa.
A Guarda Suíça não utiliza botas, sendo calçadas meias aderentes às pernas e presas à altura dos joelhos por uma liga dourada, sendo eventualmente cobertas por polainas. Em geral, o uniforme recorda o esplendor das cortes do Antigo Regime, e o orgulho de ser soldado, combater e servir o Papa.

Comandantes da Guarda Suíça

Kaspar von Silenen, de Uri (1506-1517)

Markus Röist, de Zurique (1518-1524)

Kaspar Röist, de Zurique (1524-1527)

Jost von Meggen, de Lucerna (1548-1559)

Kaspar Leo von Silenen, de Lucerna (1559-1564)

Jost Segesser von Brunegg, de Lucerna (1566-1592)

Stephan Alexander Segesser von Brunegg, de Lucerna (1592-1629)

Nikolaus Fleckenstein, de Lucerna (1629-1640)

Jost Fleckenstein, de Lucerna (1640-1652)

Johann Rudolf Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1652-1657)

Ludwig Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1658-1686)

Franz Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1686-1696)

Johann Kaspar Mayr von Baldegg, de Lucerna (1696-1704)

Johann Konrad Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1712-1727)

Franz Ludwig Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1727-1754)

Jost Ignaz Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1754-1782)

Franz Alois Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1783-1798)

Karl Leodegar Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1800-1834)

Martin Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1835-1847)

Franz Xaver Leopold Meyer von Schauensee, de Lucerna (1847-1860)

Alfred von Sonnenberg, de Lucerna (1860-1878)


Louis-Martin de Courten, de Valais (1878-1901)

Leopold Meyer von Schauensee, de Lucerna (1901-1910)

Jules Répond, de Friburgo (1910-1921)

Alois Hirschbühl, Graubünden (1921-1935)

Georg von Sury d'Aspremont, de Soleura (1935-1942)

Heinrich Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1942-1957)

Robert Nünlist, de Lucerna (1957-1972)

Franz Pfyffer von Altishofen, de Lucerna (1972-1982)

Roland Buchs, de Friburgo (1982-1998)

Alois Estermann, de Lucerna (1998)

Pius Segmüller, de São Galo (1998-2002)

Elmar Theodor Mäder, de São Galo (2002-2008)

Daniel Rudolf Anrig, de São Galo (2008-)

Fonte:

Wikipédia

18/07/2013

Penitenciaria Apostólica



  • Decreto com o qual são concedidas Indulgências especiais por ocasião da XXVIII Jornada Mundial da Juventude [Rio de Janeiro, 22-29 de julho de 2013] (9 de julho de 2013)[InglêsItalianoLatim]
  • Discurso do Cardeal James Francis Stafford por ocasião da Conferência Geral da 'Society for Catholic Liturgy', Pensilvânia, EUA (21 de setembro de 2006)
    [Inglês]
  • Discurso do Cardeal Card. James Francis Stafford à Comunidade de Santo Egídio por ocasião da celebração das Vésperas (21 de julho de 2006)
    [InglêsItaliano]
  • Visita do Cardeal James Francis Stafford em Fátima
  • Homilia do Cardeal James Francis Stafford durante a celebração da Vigília Pascal na Capela do Pontifício Colégio Norte-Americano (15 de abril de 2006)
    [Inglês]
  • Celebração comunitária do Sacramento da Reconciliação na Basílica Vaticana "Contemplar o mistério de Cristo sacerdote e vítima" (Terça-feira Santa - 11 de abril de 2006)
    [InglêsItaliano]
  • "O pecado e a conversão na obra do padre jesuíta Ivan Fuček" (Split, 7 de abril de 2006)
    [Italiano]
  • Peregrinação à Diocese de Le Puy - The Grand Pardon or the Jubilé du Puy 2005 (21-23 de maio de 2005)
    [Inglês]
  • Discurso do Cardeal James Francis Stafford à "Catenian Association"(14 de maio de 2005)
    [Inglês]
  • Entrevista Coletiva de apresentação do livro: "O Sacramento da Penitência nas Mensagens do Sumo Pontífice João Paulo II à Penitenciaria Apostólica (13 de junho de 2000)
    [Italiano]
  • Enchiridion indulgentiarum quarto editur (Julho 1999)
    [Latim]

Congregações


SECRETARIA DE ESTADO


 A Secretaria de Estado é o dicastério da Cúria Romana que mais de perto coadjuva o Sumo Pontífice no exercício da sua suprema missão (Pastor Bonus, art. 39).

A origem histórica da Secretaria de Estado remonta ao século XV. Com a Constituição Apostólica Non debet reprehensibile, de 31 de Dezembro de 1487, foi instituída a Secretaria Apostolica, composta por 24 Secretários Apostólicos, um dos quais, chamado Secretarius domesticus, ocupava lugar proeminente. Desta Secretaria Apostolica derivaram a Chancelaria dos Breves, a Secretaria dos Breves para os Príncipes e a Secretaria das Cartas Latinas.

Leão X instituiu outro cargo, o de Secretarius intimus, para ajudar o Cardeal que assume a orientação dos negócios de Estado e para a correspondência em língua vernácula, dirigida principalmente aos Núncios Apostólicos (que começavam então a ser instituídos com funções diplomáticas estáveis). Assim, a Secretaria de Estado desenvolveu-se especialmente no período do Concílio de Trento.

O Secretarius intimus, também chamado Secretarius Papæ ou maior, foi, durante muito tempo, quase sempre um Prelado, não raramente revestido da dignidade episcopal. Somente desde o início do pontificado de Inocêncio X é que foi chamado a esse alto cargo uma pessoa já revestida da púrpura e não pertencente à sua família. Inocêncio XII aboliu definitivamente o cargo de Cardeal sobrinho, tendo o Cardeal Secretário de Estado assumido sozinho os seus poderes.

Em 19 de Julho de 1814, Pio VII criou a Sagrada Congregação dos Assuntos Eclesiásticos Extraordinários, ampliando a Congregação Super negotiis ecclesiasticis regni Galliarum, instituída por Pio VI em 1793. São Pio X, pela Constituição Apostólica Sapienti Consilio de 29 de Junho de 1908, dividiu a Sagrada Congregação dos Assuntos Eclesiásticos Extraordinários na forma fixada pelo Codex Iuris Canonici de 1917 (cân. 263) e estabeleceu as funções de cada uma das três secções: a primeira delas tratava essencialmente dos assuntos extraordinários, enquanto a segunda se interessava pelos assuntos ordinários, e a terceira, que até então fora um organismo autónomo (Chancelaria dos Breves Apostólicos), tinha por missão cuidar da preparação e despacho dos Breves Pontifícios.

Paulo VI, com a Constituição Apostólica Regimini Ecclesiæ Universæ, de 15 de Agosto de 1967, cumprindo o desejo expresso pelos Bispos no Concílio Vaticano II, reformou a Cúria Romana e deu um novo rosto à Secretaria de Estado, suprimindo a Chancelaria dos Breves Apostólicos, que era a terceira secção, e transformando a que era antigamente primeira secção, ou seja, a Sagrada Congregação dos Assuntos Eclesiásticos Extraordinários, num organismo distinto da Secretaria de Estado, embora estritamente ligado com ela, e que tomou o nome de Conselho dos Assuntos Públicos da Igreja.

João Paulo II, em 28 de Junho de 1988, promulgou a Constituição Apostólica Pastor Bonus, pela qual, reformando a Cúria Romana, dividiu a Secretaria de Estado em duas Secções: a Secção dos Assuntos Gerais e a Secção das Relações com os Estados, na qual confluiu o Conselho dos Assuntos Públicos da Igreja. Deste modo, ficaram asseguradas tanto a unicidade como a diversidade específica do serviço que a Secretaria de Estado é chamada a oferecer ao Papa.

A Secretaria de Estado é presidida por um Cardeal que assume o título de Secretário de Estado. Primeiro colaborador do Papa no governo da Igreja universal, o Cardeal Secretário de Estado pode ser considerado o máximo expoente da actividade diplomática e política da Santa Sé, representando, em circunstâncias particulares, a própria pessoa do Sumo Pontífice.

A Secção dos Assuntos Gerais

De acordo com os arts. 41-44 da Pastor Bonus, compete à Secção dos Assuntos Gerais ou Primeira Secção despachar as questões que digam respeito ao serviço quotidiano do Sumo Pontífice, quer na solicitude pela Igreja universal quer nas relações com os Dicastérios da Cúria Romana. Cuida da redação dos documentos que o Santo Padre lhe confia. Executa os actos relativos às nomeações da Cúria Romana e guarda o selo de chumbo e o anel do Pescador. Regulamenta a função e a actividade dos Representantes da Santa Sé, especialmente naquilo que concerne às Igrejas locais. Leva a efeito tudo o que diz respeito às Embaixadas junto da Santa Sé. Vela sobre os órgãos de comunicação oficial da Santa Sé e cuida da publicação dos «Acta Apostolicæ Sedis» e do «Anuário Pontifício».

A Primeira Secção da Secretaria de Estado é dirigida por um Arcebispo, o Substituto para os Assuntos Gerais, coadjuvado por um Prelado, o Assessor para os Assuntos Gerais. A figura do Substituto aparece pela primeira vez no ordenamento hierárquico da Secretaria de Estado em 1814.

A Secção das Relações com os Estados

A Secção das Relações com os Estados ou Segunda Secção tem como função própria, segundo os arts. 45-47 da Pastor Bonus, cuidar das questões que devem ser tratadas com os Governos civis. Assim competem-lhe: as relações diplomáticas da Santa Sé com os Estados, incluindo a estipulação de Concordatas ou acordos semelhantes; a representação da Santa Sé junto dos Organismos e das Conferências Internacionais; em circunstâncias particulares, por encargo do Sumo Pontífice e consultados os competentes Dicastérios da Cúria, a provisão das Igrejas particulares, e também a sua constituição ou alteração; em estreita colaboração com a Congregação dos Bispos, as nomeações dos Bispos nos países que estabeleceram com a Santa Sé tratados ou acordos de direito internacional.

Esta Secção tem a sua origem na Congregação Super negotiis ecclesiasticis regni Galliarum, instituída por Pio VI pela Constituição Sollicitudo omnium ecclesiarum, de 28 de Maio de 1793, para tratar dos problemas postos à Igreja pela revolução francesa. Em 1814, Pio VII estendeu ao mundo inteiro a competência deste organismo, que chamou Congregatio extraordinaria præposita negotiis ecclesiasticis orbis catholici. Poucos anos depois, Leão XII mudou-lhe o nome para Congregatio pro negotiis ecclesiasticis extraordinariis: permaneceu com este título até 1967, quando Paulo VI separou tal organismo da Secretaria de Estado, designando-o por Conselho dos Assuntos Públicos da Igreja, substituído depois pela actual Secção das Relações com os Estados.

A Segunda Secção da Secretaria de Estado é dirigida por um Arcebispo, o Secretário para as Relações com os Estados, coadjuvado por um Prelado, o Subsecretário para as Relações com os Estados, e assistido por Cardeais e Bispos.

http://www.vatican.va/roman_curia/secretariat_state/documents/rc_seg-st_12101998_profile_po.html

Cappella Musicale Pontificia


Breves notas históricas

O Coro da Capela "Capela Sistina" é o refrão de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.
Presente desde os primeiros séculos da Igreja foi reorganizada no século VI pelo Papa Gregório, o Grande e passou por mudanças importantes sob Bonifácio VIII.

Depois de várias vicissitudes foi reorganizada pelo Papa Sisto IV em 1471, e desde então a Capela Sistina coro tornou-se capela pessoal do Papa e recebeu o nome de "Capela Sistina" é uma homenagem a quem reviveu, geralmente é porque o coro cantou na capela.

No período do Renascimento foram Singers Cappella "Sistina", entre outros, Giovanni Pierluigi da Palestrina, Luca Marenzio, Cristóbal de Morales, Costanzo Festa, Josquin Despres e Jacob Arcadelt. No século XIX, a capela teve como seus diretores, compositores ilustres como Giuseppe e Domenico Mustafa Baini.

Em 1898, ele tornou-se Master Chief Lorenzo Perosi e, em 1956, Domenico Bartolucci. De 1997 a 2010, foi conduzido por Dom Giuseppe Liberto.
16 outubro de 2010 S.S. Bento XVI nomeou o P. Massimo Palombella SDB Director-Mestre da Cappella Musicale Pontificia "Sistina".

http://www.cappellamusicalepontificia.va/cappella_musicale_pontificia_sistina.html

Campo Santo Teutonico


Sob o nome de Campo Santo Teutonico três instalações intimamente relacionadas estão resumidos abaixo:
1 A Confraria de Nossa Senhora das Dores, no Cemitério Alemão e Flamengo, como o proprietário de todo o complexo.
2 O sacerdote, no Campo Santo Teutonico College ("Colégio Teutonico").
3 A instituição romana da Gorres Society.

O Campo Santo Teutonico remonta ao tempo de Carlos Magno, que foi recebido por sua visita a Roma 799 das equipes dos francos, saxões, frísios, lombardos país. 1454 aqui formaram uma fraternidade, e, posteriormente, a fraternidade dos alemães e flamengos, que o imóvel foi entregue. Ela pegou o cemitério sob sua custódia e construiu a igreja ainda existente (consagrada em 1500, última renovação 1974-1976). Tarefas da fraternidade são a disponibilidade da Igreja para o culto de língua alemã (excepto em Agosto, todos os domingos, às 9h00 relógio) e no cemitério em que os seus membros e algumas instituições étnicos alemães e as comunidades religiosas têm o direito funeral. A associação é aberta aos católicos alemães ou Flamengo que residem em Roma ou meio ambiente (2008, cerca de 100 membros). Não a nacionalidade, mas a língua nativa é a contratação de critério.

Literatura: E. Gatz, Anton de Waal (1837-1917) e do Campo Santo Teutonico (Herder, Freiburg, 1980). - E. Gatz (Ed.), O Campo Santo Teutonico em Roma. Volume I: A. Weiland, o Campo Santo Teutonico em Roma e seus monumentos graves; Vol.II: A. Tönnesmann - UV Fischer Pace, Santa Maria della Pietà. A Igreja do Campo Santo Teutonico (Herder, Freiburg, 1988). - E. Gatz - A. Weiland, Campo Santo Teutonico Roma (Schnell & Steiner, Munique - Zurique, 1991).

http://www.vatican.va/various/teutonico/index.htm

Vida monástica no cristianismo

A vida monástica no cristianismo surgiu como uma forma de busca por uma vida de maior consagração a Deus, com o objetivo de se afastar do mu...