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10/11/2015

Portal do Rito Tridentino


Resultado de imagem para liturgia da Missa Tridentina

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Um Pouco de sua História
A Missa Católica é a mais perfeita representação do irrevogável ato de salvação do Nosso Senhor Jesus Cristo, Seu sacrifício na Cruz. Cada Missa deve manifestar perfeitamente essa doutrina católica através de suas orações e rituais. A liturgia autêntica deve honrar e glorificar a Deus, expiar os homens de seus pecados, e agradecer a Deus pelas graças que Ele concedeu ao mundo.

Porque a Missa é as vezes chamada de Missa “Tridentina”?

“Tridentino” se refere ao Concílio de Trento (1545-1563), que unificou a prática litúrgica na Igreja Ocidental. O Papa São Pio V alcançou esta meta em 1570 quando emitiu a restauração do Missal Romano após o Concilio. A Missa Tridentina foi baseada nas mais antigas e veneráveis fontes litúrgicas Ocidentais. São Pio V decretou na Bula Papal conhecida como Quo Primum que seu único rito de Missa fosse usado por todos na Santa Igreja. No entanto, exceções foram feitas para os ritos que tinham estado em uso contínuo por pelo menos 200 anos.

Por que o Latim?

O latim continua sendo a língua oficial da Igreja Católica Romana e tem sido usado como a língua litúrgica no Ocidente desde o século III. A natureza imutável do latim tem conservado a doutrina ortodoxa da Missa, que nos foi herdada dos pais da Santa Igreja. O uso do latim na Missa e em documentos oficiais da Igreja tem sido fundamental em apoiar a universalidade e unidade da Igreja. O papa Bento XVI indicou o uso de latim e o canto Gregoriano na liturgia na sua Exortação Papal de 2007 sobre a Eucaristia Sacramentum Caritatis Embora a Missa Tradicional seja dita ou cantada em latim, a maioria dos fiéis que participam na liturgia usam seus próprios livros de oração (missais), que contém o texto em latim acompanhado por sua tradução no vernáculo. As regras que explicam como tal participação deve ocorrer estão na encíclica Mediador Dei do Papa Pio XII, par. 106.

O que esperar da Missa Tradicional?

A princípio, a formalidade e o elaborado rito da Missa Tradicional pode nos parecer um pouco desconhecido. Há uma atmosfera de oração e reverência entre as pessoas nos bancos. Antes da Missa, o silêncio é mantido na igreja demonstrando o respeito à Presença Real de Jesus no Santíssimo Sacramento, que é reservado no tabernáculo no centro do altar. Para criar um espaço sagrado, o altar é separado do corpo principal da igreja por uma barra, que indica o local aonde os fiéis se ajoelham para receber a comunhão, somente na língua. O crucifixo acima do altar relembra o fiel que o Sacrifício da Cruz e o Sacrifício da Missa são os mesmos. As seis velas acessas no altar simbolizam Cristo como a luz do mundo. O sacerdote e a congregação juntos ficam de frente para o tabernáculo e o altar aonde o Sacrifício Sagrado é oferecido. O altar normalmente é colocado na direção oriental da igreja, na direção do sol nascente, simbolizando Cristo Ressuscitado. A comunhão é dada sob uma única espécie, com as palavras "o Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo guarde tua alma para a vida eterna. Amém." O sacerdote diz a oração completa. Há duas formas principais de Missa, Solene (cantada), e rezada. Uma Missa rezada é uma que é simplesmente recitada pelo sacerdote; é menos cerimonial que uma Missa solene. Uma Missa solene é cantada usando várias formas do canto Gregoriano ou polifônico. E o incenso é usado somente na Missa solene.

27/08/2013

Revista Cibercatequese



 A Revista, com finalidade pastoral, intensifica a formação bíblico-teológica dos catequistas, cultiva a dimensão litúrgica da catequese e incentiva o estilo catecumenal. A cada três meses teremos uma nova revista sintonizada com os principais acontecimentos em torno da catequese no Brasil.
Catequistas que desejem enviar notícias ou manifestar suas opiniões devem entrar em contato conosco. A revista oferece também acesso on-line a edições anteriores. Com o passar do tempo, você terá à disposição uma verdadeira biblioteca catequética digital, com textos significativos dos mais variados autores.

01/08/2013

Portal A12 celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II



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Na celebração dos 50 anos dos inícios dos trabalhos conciliares do Vaticano II, a equipe do Portal A12.com, em parceria com a Rede Aparecida de Comunicação, apresenta uma página especial com informações audiovisuais sobre a história e decisões do Concílio Vaticano II.

Ao mesmo tempo, nos é dada a oportunidade de conhecer a vida dos dois Papas que foram responsáveis pela condução dos trabalhos desde que é, sem dúvida, um dos mais importantes momentos da Igreja do século XX, para não dizer de sua história. Aqui poderemos ver trechos de dois filmes inéditos, que contam a história do Papa João XXIII, que convocou o Concílio da renovação, e do Papa Paulo VI, responsável pela finalização dos trabalhos e publicação de seus principais documentos e decretos.

Outros depoimentos de autoridades eclesiásticas modernas estão disponíveis para quem gosta de conhecer melhor e com mais profundidade a história de nossa Igreja Católica. Temos testemunhos de Dom Odilo Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, de Dom Geraldo Lyrio, ex-presidente da CNBB, e de muitos outros bispos e teólogos.

Também colocamos a disposição textos, entrevistas e artigos referentes ao Vaticano II e à história dos Concílios na Igreja, para que você, passeando pela história, possa entender melhor o presente da instituição católica.

Desejamos que você aprenda conosco e nos deixe sugestões para melhorar ainda mais esta nossa página de história e conhecimento. Bom proveito!



Pe. Evaldo César de Souza
Diretor Executivo A12.com



09/05/2013

Enciclopédia Católica


Esta enciclopédia tem a sua história. Começou pela ideia, surgida na Comissão Episcopal das Comunicações Sociais, de um vocabulário de termos usados na Igreja Católica destinado a jornalistas e outros comunicadores. A necessidade de tal vocabulário estava a ser sentida, e a Rádio renascença chegou a elaborar um para o seu pessoal. Quando, porém, se iniciou trabalho semelhante, em breve foi sentida a vantagem, para não dizer a necessidade, de desenvolver algumas das entradas, do ponto de vista da doutrina e da prática da Igreja. Desta forma, a ideia dum vocabulário evoluiu para a desta Enciclopédia.
O público visado deixou de ser apenas o dos agentes da comunicação, para se alargar a outras pessoas desejosas de maior cultura católica, nomeadamente catequistas, membros de movimentos católicos, e até clérigos preocupados com a sua actualização doutrinária e pastoral.
Manteve-se, no entanto, o estilo corrente, fugindo aos termos técnicos ou traduzindo-os em linguagem popular. E, para quantos desejarem maior aprofundamento das matérias, incluíram-se referências aos livros da Escritura e aos principais documentos do Magistério. De entre estes, são citados mais frequentemente os do concílio Vaticano II, o novo Código de Direito Canónico, o Catecismo da Igreja Católica, os Preliminares dos Livros Litúrgicos da reforma conciliar e os principais documentos de Doutrina Social da Igreja.
Acrescentaram-se breves notas de apresentação dos livros da Sagrada Escritura, dos documentos da Igreja pós-conciliar e mesmo de outros de maior interesse.
(…)
Esta Enciclopédia Católica Popular é uma primeira experiência com as suas naturais limitações. Admitindo edições futuras, desde já se agradecem as críticas e sugestões que ajudem a melhorá-la, as quais podem ser enviadas par o Autor ou para a Paulinas Editora, que pôs todo o empenho na publicação desta obra.
Beja, na festa da Natividade de Nossa Senhora, 8 de Setembro de 2004.
+ Manuel Franco Falcão
Bispo Emérito de Beja

11/10/2011

A Liturgia das Horas



Por Diác. Perm. Luiz Claudio

A oração pública e comum do povo de Deus é considerada com razão entre as principais funções da Igreja. Nos primórdios, já os batizados eram "perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações" (At. 2,42). Várias vezes os Atos dos Apóstolos atestam que a comunidade cristã orava em comum.
Os documentos da Igreja primitiva também testemunham que os fiéis, cada um em particular, se entregavam à oração em determinadas horas. Assim, muito cedo prevaleceu, em diversas regiões, o costume de reservar para a prece comum tempos fixos, como a última hora do dia, ao anoitecer, quando se acendiam as luzes, ou a primeira, quando, saindo o sol, a noite finda. Com o decorrer do tempo chegaram a santificar com uma prece também as demais horas, que os Padres viam insinuadas nos Atos dos Apóstolos. Aí, de fato, aparecem os discípulos reunidos às nove horas (At. 2,1-15). O príncipe dos Apóstolos “subiu ao terraço para orar pelas doze horas (At 10,9)”. "Pedro e João subiam ao templo à hora da oração, às quinze horas" (At. 3,1). "Por volta da meia-noite, Paulo e Silas, em oração louvavam a Deus" (At. 16,5).
Essas orações, celebradas em comum, foram pouco a pouco aperfeiçoadas e organizadas como o ciclo completo das Horas. Enriquecida com leituras, essa Liturgia das Horas ou Ofício Divino, é antes de tudo oração de louvor e petição e é oração da Igreja com Cristo e a Cristo.
A Liturgia das Horas desenvolveu-se pouco a pouco, até se tornar a oração da Igreja local, onde veio a ser, em tempos e lugares estabelecidos, sob a presidência do sacerdote, como que complemento necessário a todo culto divino, que se encerra no Sacrifício eucarístico e que devia ter repercussão e estender-se a toda as horas da vida humana.
Tendo sido aumentado gradualmente, no correr dos tempos, o livro do Ofício divino (outro nome de Liturgia das Horas) tornou-se instrumento adequado para a ação sagrada a que se destina. Todavia, em várias épocas foram introduzidas modificações notáveis no modo de celebrar as Horas, contando-se entre estas modificações a celebração individual. Por isto não é de se admirar que o próprio livro, denominado Breviário, se tenha adaptado às várias formas, que exigiam muitas vezes composição diversa.
Com o Concílio Vaticano II foram feitas reformas também na Liturgia das Horas, até chegar à forma que hoje temos.
Sendo a oração de todo Povo de Deus, o Ofício foi disposto e preparado de tal maneira que nele possam tomar parte não apenas os clérigos, mas também os religiosos e os leigos. A celebração pode adaptar-se às diversas comunidades que celebram a Liturgia das Horas, segundo sua condição e vocação.
A Liturgia das Horas é uma santificação do dia. Por isso, renovou-se a ordem da oração, de tal modo que as Horas canônicas (Laudes, Terça, Média, Noa, Vésperas e Completas) possam mais facilmente adaptar-se às várias horas do dia, considerando as condições em que transcorre a vida humana em nosso tempo. Deu-se maior importância às Laudes (Manhã) e Vésperas (Tarde), partes principais de todo o Ofício.
De acordo com as normas dadas pelo Concílio, o Saltério distribui-se em quatro semanas. Para aumentar-lhe a riqueza espiritual, foram acrescentados às Laudes outros cânticos, tirados de livros do Antigo Testamento, enquanto que alguns cânticos do Novo Testamento, como pérolas preciosas, se introduziram nas Vésperas.
Nas Laudes foram acrescentadas as Preces, com as quais se quer consagrar o dia e se fazem as invocações para o início do trabalho cotidiano. Nas Vésperas se faz uma breve oração de súplica, estruturada como a oração universal. No final das Preces se introduziu a Oração do Senhor. Assim, considerando que é rezada também na Missa, se restabelece, em nosso tempo, o uso da Igreja antiga de rezar essa Oração três vezes ao dia.
A celebração da Liturgia das Horas, quando particularmente por esse motivo a Igreja se reúne, manifesta a verdadeira natureza da Igreja orante, da qual se revela como sinal maravilhoso.
Há pessoas (os ministros ordenados e os religiosos) que receberam da Igreja o mandato de celebrar a Liturgia das Horas. Estas devem cumprir seu dever todos os dias rigorosamente, com a recitação integral, fazendo coincidir, na medida do possível, com o verdadeiro momento de cada uma das Horas. Além disso, devem dar-se devida importância, sobretudo às Laudes e Vésperas. Estas pessoas não se sintam impelidas unicamente por uma lei a cumprir, mas antes pela reconhecida importância intrínseca da oração e pela sua utilidade pastoral e ascética.
A Liturgia das Horas estende pelas diversas horas do dia os louvores e ações de graças, como também a memória dos mistérios da salvação, as petições e aquele antegozo da glória celeste contidos no mistério eucarístico, "centro e ápice de toda a vida da comunidade cristã".
A própria celebração da Eucaristia tem por sua vez, na Liturgia das Horas, a sua melhor preparação; porquanto esta desperta e alimenta da melhor maneira as disposições necessárias para celebrar com proveito a Eucaristia, quais são a fé, a esperança, a caridade, a devoção e o espírito de sacrifício.

Fonte:
Liturgia das Horas

Vida monástica no cristianismo

A vida monástica no cristianismo surgiu como uma forma de busca por uma vida de maior consagração a Deus, com o objetivo de se afastar do mu...