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03/10/2013
Filhos do mandamento: B'nai Mitzvá
B'nai Mitzvá (filhos do mandamento) é o nome dado à cerimônia que insere o jovem judeu como um membro maduro na comunidade judaica.
Quando um judeu atinge a sua maturidade (aos 12 anos de idade, mais um dia para as meninas; e aos 13 anos e um dia para os rapazes), passa a se tornar responsável pelos seus atos, de acordo com a lei judaica. Nessa altura, diz-se que o menino passa a ser Bar Mitzvá ( בר מצוה , "filho do mandamento"); e a menina passa a ser Bat Mitzvá (בת מצוה, "filha do mandamento").
Ao completar 13 anos, o jovem judeu é chamado pela primeira vez para a leitura da Torah (conhecido como Pentateuco pelos cristãos). Ao ser chamado pela primeira vez, o jovem pode, a partir daí, integrar o miniam (quórum mínimo de 10 homens adultos para realização de certas cerimônias judaicas).
Antes desta idade, são os pais os responsáveis pelos atos dos filhos. Depois desta idade, os rapazes e moças podem finalmente participar em todas as áreas da vida da comunidade e assumir a sua responsabilidade na lei ritual judaica, tradição e ética.
O Bar Mitzváh não é só uma comemoração comum de aniversario, mas normalmente o menino, passa por uma cerimônia de "mazal-tov" que seria como um "boa sorte" ou "parabéns"(dependendo da situação), normalmente o Mazan-tov é feito com o(a) menino(a) sobre uma cadeira e ele(a) é levantado várias vezes, e assim fazem com toda a família do Barmitzvano.
Segundo a Bíblia Sagrada, Jesus Cristo, aos 12 anos de idade, foi levado ao templo (Lucas, capitulo 2, versiculos 41 e 42) pela primeira vez conforme a tradição mandava.
A ocasião mais importante na vida de um judeu chega quando ele atinge a idade para entrar na aliança com Deus e no compromisso de manter , estudar e praticar todos os mandamentos da Torá, aos treze anos de idade.
Fonte:
wikipédia
Significado dos Simbolos Bíblicos Judaicos
TORAH
Contém a revelação divina, a Lei outorgada a Israel.Torah designa os primeiros cinco livros do Primeiro Testamento, também conhecidos como Pentateuco (da expressão grega para cinco pergaminhos, ou cinco livros de Moisés).Testamento significa “Aliança”.
Nos escritos rabínicos, a Torah é mais do que um código legal. Esse substantivo deriva-se do verbo hebraico “Yarah”, “lançar”, “Atirar uma flecha”, “alvejar”. Mediante associação de idéias, veio a significar: instrução, ensino, apontar para o alvo, estabelecer uma fundação, mandamento e lei.
Durante a formação da Bíblia houve um processo de seleção. Foram incluídos somente aqueles livros que se acreditava terem sido escritos por profetas sob inspiração divina. Apenas os livros selecionados tornaram-se parte do cânone (que significa padrão ou medida). A base para esta seleção foram os cinco primeiro livros chamados de Torah.
A Torá refere-se originalmente a uma instrução particular transmitida ao povo por um porta voz de D’us, como um profeta ou sacerdote. Como esses ensinamentos consistem sobretudo em preceitos, a palavra Torá é muitas vezes traduzida como Lei; e como esses ensinamentos consistem na essência da primeira divisão da Bíblia que compreende: Gêneses, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Salmos 19:7, Provérbios 7:1; João 14:15; João 15:10.
Nos escritos rabínicos, a Torah é mais do que um código legal. Esse substantivo deriva-se do verbo hebraico “Yarah”, “lançar”, “Atirar uma flecha”, “alvejar”. Mediante associação de idéias, veio a significar: instrução, ensino, apontar para o alvo, estabelecer uma fundação, mandamento e lei.
Durante a formação da Bíblia houve um processo de seleção. Foram incluídos somente aqueles livros que se acreditava terem sido escritos por profetas sob inspiração divina. Apenas os livros selecionados tornaram-se parte do cânone (que significa padrão ou medida). A base para esta seleção foram os cinco primeiro livros chamados de Torah.
A Torá refere-se originalmente a uma instrução particular transmitida ao povo por um porta voz de D’us, como um profeta ou sacerdote. Como esses ensinamentos consistem sobretudo em preceitos, a palavra Torá é muitas vezes traduzida como Lei; e como esses ensinamentos consistem na essência da primeira divisão da Bíblia que compreende: Gêneses, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Salmos 19:7, Provérbios 7:1; João 14:15; João 15:10.
MENORAH
A primeira Menorah foi feita obedecendo a instruções minuciosas do Eterno. Na Menorah, há sete braços ao todo: uma haste central, e três braços que saiam de cada lado.
Naturalmente, o fogo e a iluminação sempre tiveram um papel muito importante. Quando o Templo foi destruído, a Menorah tornou-se principal símbolo artístico e decorativo da fé judaica. A Menorah foi reintroduzida em 1948 (proclamação do Estado de Israel) como símbolo nacional do povo judeu e da identidade de Israel.
Menorah é uma palavra hebraica que indica candeeiro com sete braços, usado no Tabernáculo. Êxodo 25: 31-40; Êxodo 37: 17-24, Zacarias 4: 2-5; Zacarias 10-14. A luz da “Menorah” simboliza a presença de D’us (no hebraico Shekinah). “Yeshua” (Jesus) é o candeeiro, pois Ele é a luz do mundo. E o número sete indica a perfeição do seu ofício de iluminador. (João 1: 9) “A luz verdadeira que ilumina a todos os homens, estava vindo ao mundo.”
O material que o candeeiro foi feito, o ouro, representa a preciosidade dos símbolos espirituais, bem como a divindade de Yeshua. O azeite que queimava no candeeiro, representa o Espírito Santo e sua unção de consolador. João 16: 7 e também de convencer do pecado, da justiça e do juízo. João 16: 9-11 Levando o homem a reconhecer a verdade apresentando provas ou argumentos; persuadindo e determinando todas as coisas. Assim deve ser na vida daquele que se aproxima de Deus, deve ter azeite, que representa o Espírito do Senhor e o fogo do mesmo. Louvado seja o Senhor que nos dá a oportunidade de podermos resgatar-mos estas revelações e entendermos que Deus tem tantas coisas lindas e tremendas a nos mostrar em símbolos.
Naturalmente, o fogo e a iluminação sempre tiveram um papel muito importante. Quando o Templo foi destruído, a Menorah tornou-se principal símbolo artístico e decorativo da fé judaica. A Menorah foi reintroduzida em 1948 (proclamação do Estado de Israel) como símbolo nacional do povo judeu e da identidade de Israel.
Menorah é uma palavra hebraica que indica candeeiro com sete braços, usado no Tabernáculo. Êxodo 25: 31-40; Êxodo 37: 17-24, Zacarias 4: 2-5; Zacarias 10-14. A luz da “Menorah” simboliza a presença de D’us (no hebraico Shekinah). “Yeshua” (Jesus) é o candeeiro, pois Ele é a luz do mundo. E o número sete indica a perfeição do seu ofício de iluminador. (João 1: 9) “A luz verdadeira que ilumina a todos os homens, estava vindo ao mundo.”
O material que o candeeiro foi feito, o ouro, representa a preciosidade dos símbolos espirituais, bem como a divindade de Yeshua. O azeite que queimava no candeeiro, representa o Espírito Santo e sua unção de consolador. João 16: 7 e também de convencer do pecado, da justiça e do juízo. João 16: 9-11 Levando o homem a reconhecer a verdade apresentando provas ou argumentos; persuadindo e determinando todas as coisas. Assim deve ser na vida daquele que se aproxima de Deus, deve ter azeite, que representa o Espírito do Senhor e o fogo do mesmo. Louvado seja o Senhor que nos dá a oportunidade de podermos resgatar-mos estas revelações e entendermos que Deus tem tantas coisas lindas e tremendas a nos mostrar em símbolos.
TALIT
No texto que se encontra no livro de Números 15:38-40. Este é o mandamento que todo judeu cumpri ao colocá-lo, ou seja, fazer uso do talit (manto ou xale de oração).
É chamado de manto de oração devido à sua particularidade de conceder a pessoa que o está usando, ”certo isolamento” daquilo que pode vir a distraí-lo quando se está orando ao Senhor. Também chamado e conhecido como barraca ou ainda, tenda.
Quando Yeshua (Jesus) cita o texto de Mateus 6:6, que diz: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”. A palavra grega usada neste texto é tameion (aposento), que vem da palavra heder, referindo-se ao talit como um quarto de oração, dando assim a idéia de um lugar único separado, que cabe apenas uma pessoa, para o exercício da oração.
Quando um judeu que tem entendimento destas coisas, olha para alguém vestido com o talit, imediatamente recorda de pelos menos três princípios judaicos, a saber:
1 – A Lei de D'us dada a seu servo Moisés.
2 – Que ele sendo um conhecedor das escrituras sagradas, é responsável em obedecer esta Lei, que é o maior bem precioso que ele pode adquirir neste universo.
3 – Também que ele foi chamado entre todos os outros povos, raças, nações e etnias para ser separados e santos.
As franjas têm um significado ainda muito mais profundo e simbólico que está relacionado aos números que são: oito tranças e cinco nós, que somados dão um total de treze. O número oito nos fala de reinício (iniciar novamente, tentar novamente). O número cinco nos fala dos cinco primeiros livros da bíblia, a Torah, e ainda fala dos cinco ministérios que a igreja precisa entender e considerar e praticar. Treze fala em Coríntios, do maior dom que o homem pode ter em sua vida que é o amor.
Conclusão D'us que é Amor e nos ama gostaria que nós (seres humanos) começássemos sempre os nossos dias sempre com o seu Amor pela sua palavra e ensinamentos escritos em sua Torah, praticando os cinco ministérios contidos nela. Sabendo que sempre haverá um recomeço para aquele que ama o Senhor e que procura praticar os seus mandamentos. A palavra “Tzit Tzit” (franja) tem em sua guematria o número seiscentos (600), somados com treze(13), (oito+cinco). Forma o número 613, que é exatamente o número de Leis contido na Tanach (Todo o Primeiro testamento).
O Talit é uma “Tenda Portátil”, que simboliza “cobrir” , no sentido de estar no esconderijo do Altíssimo. Os homens, ramos frutíferos (Igreja) enxertados na Oliveira (Israel), podem fazer uso desse manto de oração, quando se tem entendimento para isso.
É chamado de manto de oração devido à sua particularidade de conceder a pessoa que o está usando, ”certo isolamento” daquilo que pode vir a distraí-lo quando se está orando ao Senhor. Também chamado e conhecido como barraca ou ainda, tenda.
Quando Yeshua (Jesus) cita o texto de Mateus 6:6, que diz: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”. A palavra grega usada neste texto é tameion (aposento), que vem da palavra heder, referindo-se ao talit como um quarto de oração, dando assim a idéia de um lugar único separado, que cabe apenas uma pessoa, para o exercício da oração.
Quando um judeu que tem entendimento destas coisas, olha para alguém vestido com o talit, imediatamente recorda de pelos menos três princípios judaicos, a saber:
1 – A Lei de D'us dada a seu servo Moisés.
2 – Que ele sendo um conhecedor das escrituras sagradas, é responsável em obedecer esta Lei, que é o maior bem precioso que ele pode adquirir neste universo.
3 – Também que ele foi chamado entre todos os outros povos, raças, nações e etnias para ser separados e santos.
As franjas têm um significado ainda muito mais profundo e simbólico que está relacionado aos números que são: oito tranças e cinco nós, que somados dão um total de treze. O número oito nos fala de reinício (iniciar novamente, tentar novamente). O número cinco nos fala dos cinco primeiros livros da bíblia, a Torah, e ainda fala dos cinco ministérios que a igreja precisa entender e considerar e praticar. Treze fala em Coríntios, do maior dom que o homem pode ter em sua vida que é o amor.
Conclusão D'us que é Amor e nos ama gostaria que nós (seres humanos) começássemos sempre os nossos dias sempre com o seu Amor pela sua palavra e ensinamentos escritos em sua Torah, praticando os cinco ministérios contidos nela. Sabendo que sempre haverá um recomeço para aquele que ama o Senhor e que procura praticar os seus mandamentos. A palavra “Tzit Tzit” (franja) tem em sua guematria o número seiscentos (600), somados com treze(13), (oito+cinco). Forma o número 613, que é exatamente o número de Leis contido na Tanach (Todo o Primeiro testamento).
O Talit é uma “Tenda Portátil”, que simboliza “cobrir” , no sentido de estar no esconderijo do Altíssimo. Os homens, ramos frutíferos (Igreja) enxertados na Oliveira (Israel), podem fazer uso desse manto de oração, quando se tem entendimento para isso.
KIPA
Este é outro símbolo que tem um significado muito forte e lindo. Oriundo da raiz da palavra Kippur, que entre outros sentidos, significa cobertura.
Sendo uma lembrança de que o seu usuário tem uma estatura e não pode acrescentar nada a ela. E que a partir desta estatura existe um D’us muito maior que ele a quem este prestará contas, o D’us Criador de todo o Universo.
Não se trata de um chapeuzinho apenas, como alguns costumam chamar, mas algo relacionado a D’us e que tem em seu objetivo a lembrança do tamanho de D’us em relação ao homem. Aquele que cobre, direciona, governa e está acima de tudo e de todos, e que a essência da escritura é de humildade, Levítico 8:9; Levítico 16:4.
É interessante notar que todos os símbolos utilizados pelos judeus, é para que este se lembre de seu compromisso com o Eterno D’us e que têm o sentido de trazer à sua memória (memória do homem), a reverência e a lembrança do Eterno . Lamentações 3:21
É claro que Deus não precisa de símbolos para abençoar o homem, mas o detalhe é justamente este, pois o homem precisa de sinais e símbolos para lembrar-se de seu Criador. E estar sempre se lembrando de sua aliança feita com Ele. O homem foi criado “à imagem de D’us”.
Portanto ele deve vestir-se com dignidade. A cabeça como fonte de moral, representa a parte mais importante no corpo humano.
Ao cobrir a cabeça, traz-se a memória de quem o usa que todo o seu ser, toda a sua vida deve estar debaixo da cobertura do Eterno.
O princípio do uso do kipá, está relacionado ao Sacerdote que assistia diante do Senhor não podia estar com a cabeça descoberta no tabernáculo.
Sendo uma lembrança de que o seu usuário tem uma estatura e não pode acrescentar nada a ela. E que a partir desta estatura existe um D’us muito maior que ele a quem este prestará contas, o D’us Criador de todo o Universo.
Não se trata de um chapeuzinho apenas, como alguns costumam chamar, mas algo relacionado a D’us e que tem em seu objetivo a lembrança do tamanho de D’us em relação ao homem. Aquele que cobre, direciona, governa e está acima de tudo e de todos, e que a essência da escritura é de humildade, Levítico 8:9; Levítico 16:4.
É interessante notar que todos os símbolos utilizados pelos judeus, é para que este se lembre de seu compromisso com o Eterno D’us e que têm o sentido de trazer à sua memória (memória do homem), a reverência e a lembrança do Eterno . Lamentações 3:21
É claro que Deus não precisa de símbolos para abençoar o homem, mas o detalhe é justamente este, pois o homem precisa de sinais e símbolos para lembrar-se de seu Criador. E estar sempre se lembrando de sua aliança feita com Ele. O homem foi criado “à imagem de D’us”.
Portanto ele deve vestir-se com dignidade. A cabeça como fonte de moral, representa a parte mais importante no corpo humano.
Ao cobrir a cabeça, traz-se a memória de quem o usa que todo o seu ser, toda a sua vida deve estar debaixo da cobertura do Eterno.
O princípio do uso do kipá, está relacionado ao Sacerdote que assistia diante do Senhor não podia estar com a cabeça descoberta no tabernáculo.
MERAGLIM
Caleb ( hebraico כָּלֵב), filho de Jefoné , é uma figura importante da Bíblia. Reitera a sua fé em D’us quando os hebreus opuseram-se à entrada na terra prometida de Canaã .
Os Meraglim, espiões enviados por Moisés no deserto, após a saída do Egito, retornaram falando mal de Israel (Números 13:27-28): “Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, emana leite e mel... Porém, o povo que habita essa terra é poderoso, e as cidades, muito grandes e fortificadas; também vimos ali gigantes”; (Números 14-15) e, mesmo contestados por Josué e Caleb, convenceram o povo, o qual se revoltou contra Moisés, preferindo voltar à escravidão do que encarar a terra assim descrita. Por ter optado ouvir a maledicência, não lhes foi concedido entrar na Terra Prometida, só à geração seguinte e vagaram pelo deserto por 40 anos.Apenas dois espiões, Josué (da tribo de Efraim ) e Caleb (representando Judá ), retornou e disse que Deus iria ajudar a nação judaica se estabelecer em Canaã.
De acordo com a história da Bíblia, o testemunho dos dez olheiros, os hebreus não quiseram entrar na Terra Prometida. Por esta desobediência, D’us expulsou-os e ficaram vagando no deserto por quarenta anos antes de serem autorizados a entrar em Canaã e conquistá-lo como seu lar. Apenas dois, (dos doze príncipes) creram na promessa do Eterno, Josué e Calebe, entraram em Canaã foram como uma recompensa por sua fé em Deus. Esta história está registrada no Livro dos Números.
Os Meraglim, espiões enviados por Moisés no deserto, após a saída do Egito, retornaram falando mal de Israel (Números 13:27-28): “Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, emana leite e mel... Porém, o povo que habita essa terra é poderoso, e as cidades, muito grandes e fortificadas; também vimos ali gigantes”; (Números 14-15) e, mesmo contestados por Josué e Caleb, convenceram o povo, o qual se revoltou contra Moisés, preferindo voltar à escravidão do que encarar a terra assim descrita. Por ter optado ouvir a maledicência, não lhes foi concedido entrar na Terra Prometida, só à geração seguinte e vagaram pelo deserto por 40 anos.Apenas dois espiões, Josué (da tribo de Efraim ) e Caleb (representando Judá ), retornou e disse que Deus iria ajudar a nação judaica se estabelecer em Canaã.
De acordo com a história da Bíblia, o testemunho dos dez olheiros, os hebreus não quiseram entrar na Terra Prometida. Por esta desobediência, D’us expulsou-os e ficaram vagando no deserto por quarenta anos antes de serem autorizados a entrar em Canaã e conquistá-lo como seu lar. Apenas dois, (dos doze príncipes) creram na promessa do Eterno, Josué e Calebe, entraram em Canaã foram como uma recompensa por sua fé em Deus. Esta história está registrada no Livro dos Números.
MEZUZAH
É um símbolo de fé e merecedor de grande respeito. A Mezuzah é uma caixa tubular de madeira, vidro ou metal, em geral de 3 a 4 polegadas de comprimento, contendo um pedaço pequeno de pergaminho, no qual em 22 linhas estão escritas passagens bíblicas que fazem parte do “Shemá” (oração da unicidade de D’us) - (Deuteronômio 6: 9; 11: 20). Tem uma pequena abertura na parte superior com a palavra Shadday (um dos nomes de D’us), impressa no verso do pergaminho. É pregada numa posição inclinada na parte superior da ombreira direita da residência. Costuma-se beijá-la quando se sai ou entra em casa, tocando-a com as pontas dos dedos, e em seguida apertando-os contra o lábio.
A Base bíblica para uso da Mezuzah: “E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.” (Deuteronômio 6: 9). O uso da Mezuzah é uma Mitzvah (mandamento), dada pelo Eterno em sua Palavra: Deuteronômio 6: 1-9. Deuteronômio 11:13-21. Números 15:37-41.
Na parte da frente, no anverso, perto do alto, está escrito o nome “Shadday”, um dos nomes pelos quais o Eterno é conhecido em hebraico. Intérpretes da tradição judaica já disseram que as três letras hebraicas Shin, Dalet e Yud constituem realmente um aerograma formado pelas primeiras letras da frase: “Shomer Daltod Ysrael” (Guardião das Portas de Israel). A Mezuzah deve ser colocada em todos os aposentos, exceto nos banheiros.
Ao passar pela porta, lembra que se deve guardar a palavra do Senhor e sempre obedecê-la. Este é o princípio fundamental do uso da Mezuzah. Lamentações 3:21.
ESTRELA DE DAVI
Estrela de Davi (em hebraico: מגן דוד, traniteralção. Magen David), conhecida também como escudo supremo de Davi (David), é um símbolo em forma de estrela formada por dois triângulos sobrepostos, iguais, tendo um a ponta para cima e outro para baixo, utilizado pelo judaísmo e por seus adeptos. Outro nome dado a este símbolo é "Selo de Salomão".
A palavra magen significa escudo, broquel, defesa, governante, homem armado, escamas. O substantivo magen, refere-se a um objeto que proporciona cobertura e proteção ao corpo durante um combate. A estrela de Davi (chamada de Escudo de David), é um símbolo real, um selo de realeza representativo do reinado de David sobre a Terra, e por extensão do futuro Reino Messiânico sobre a Terra. Quando as nações pagãs iam à guerra, muitas vezes pintavam figuras para inspirar medo aos adversários nos escudos dos seus próprios soldados (tais como dragões, cobras, etc.) No entanto, em Israel, o símbolo é o escudo de David.
O nome David em hebraico é composto de três letras na seguinte ordem: Dálet-Vav. Dálet. No hebraico antigo, a letra Dálet tinha a forma semelhante a um triângulo com vértice para cima.
Quando este símbolo foi gerado, não sabemos ao certo, no entanto sabemos que este símbolo é geometricamente construído em forma de estrela com as duas letras Dálet que compunham o nome David (entrelaçando-as, e girando uma das letras em 180o. para que seu vértice se colocasse para baixo). Com o tempo, este símbolo tornou-se símbolo da nação de Israel e do povo judeu, estando presente na própria bandeira de Israel.
No entanto, há um significado maior na estrela de David, que gostaria de comentar. A estrela de David é um símbolo do Messias de Issrael, a saber, Yeshua HaMashiach (Jesus Cristo).
Ele mesmo diz em Apocalipse 22:16, Eu, Yeshua, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às congregações. Eu sou a Raiz e a Geração de David….O próprio Messias Yeshua, é da linhagem de David e se assentará no Trono de David no seu Reino Milenar na Terra, sendo então que o escudo de David representa por assim o futuro Reino Messiânico de Yeshua sobre a Terra.
O que é mais tremendo do fato da estrela de David em sua representação do Messias Yeshua é o testemunho da sua natureza. Nas palavras do Rabbi Shaul. Colossenses 2: 8-9
8. Cuidado que ninguém vos venha enredar com a filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo o Messias; 9. Porquanto nEle, habita corporalmente, toda a plenitude da Divindade.
A estrela de David é composta de DOIS triângulos. Um representa Yeshua como homem (sendo que os três lados representam a tríplice divisão do homem: ele é um espírito que possui uma alma (mente natural) e que habita num corpo físico). E o outro triângulo representa Yeshua como Deus. Os três lados deste outro triângulo fala na manifestação de Deus nas Pessoas de HaAv, HaBen e HaRuach Hakodesh. (Pai, Filho e Espírito Santo). A união dos dois triângulos falam da tarefa de Messias Yeshua de ser Mediador e Reconciliador entre Deus e o homem.
Assim todas as vezes que os filhos de Israel olham para a estrela de David, estão olhando e vendo um testemunho de Deus quanto ao próprio Messias.
A palavra magen significa escudo, broquel, defesa, governante, homem armado, escamas. O substantivo magen, refere-se a um objeto que proporciona cobertura e proteção ao corpo durante um combate. A estrela de Davi (chamada de Escudo de David), é um símbolo real, um selo de realeza representativo do reinado de David sobre a Terra, e por extensão do futuro Reino Messiânico sobre a Terra. Quando as nações pagãs iam à guerra, muitas vezes pintavam figuras para inspirar medo aos adversários nos escudos dos seus próprios soldados (tais como dragões, cobras, etc.) No entanto, em Israel, o símbolo é o escudo de David.
O nome David em hebraico é composto de três letras na seguinte ordem: Dálet-Vav. Dálet. No hebraico antigo, a letra Dálet tinha a forma semelhante a um triângulo com vértice para cima.
Quando este símbolo foi gerado, não sabemos ao certo, no entanto sabemos que este símbolo é geometricamente construído em forma de estrela com as duas letras Dálet que compunham o nome David (entrelaçando-as, e girando uma das letras em 180o. para que seu vértice se colocasse para baixo). Com o tempo, este símbolo tornou-se símbolo da nação de Israel e do povo judeu, estando presente na própria bandeira de Israel.
No entanto, há um significado maior na estrela de David, que gostaria de comentar. A estrela de David é um símbolo do Messias de Issrael, a saber, Yeshua HaMashiach (Jesus Cristo).
Ele mesmo diz em Apocalipse 22:16, Eu, Yeshua, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às congregações. Eu sou a Raiz e a Geração de David….O próprio Messias Yeshua, é da linhagem de David e se assentará no Trono de David no seu Reino Milenar na Terra, sendo então que o escudo de David representa por assim o futuro Reino Messiânico de Yeshua sobre a Terra.
O que é mais tremendo do fato da estrela de David em sua representação do Messias Yeshua é o testemunho da sua natureza. Nas palavras do Rabbi Shaul. Colossenses 2: 8-9
8. Cuidado que ninguém vos venha enredar com a filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo o Messias; 9. Porquanto nEle, habita corporalmente, toda a plenitude da Divindade.
A estrela de David é composta de DOIS triângulos. Um representa Yeshua como homem (sendo que os três lados representam a tríplice divisão do homem: ele é um espírito que possui uma alma (mente natural) e que habita num corpo físico). E o outro triângulo representa Yeshua como Deus. Os três lados deste outro triângulo fala na manifestação de Deus nas Pessoas de HaAv, HaBen e HaRuach Hakodesh. (Pai, Filho e Espírito Santo). A união dos dois triângulos falam da tarefa de Messias Yeshua de ser Mediador e Reconciliador entre Deus e o homem.
Assim todas as vezes que os filhos de Israel olham para a estrela de David, estão olhando e vendo um testemunho de Deus quanto ao próprio Messias.
ARCA DA ALIANÇA
A Arca era uma espécie de cofre. Construída com madeira de Acácia e revestida totalmente de ouro. Havia sobre ela dois varais que foram colocados para facilitar o seu transporte. Em cima desta Arca foi colocada uma tampa, chamada de tampa do propiciatório. Dois Querubins estavam sobre ela, um de frente para o outro, de forma que as pontas de suas asas se encontram acima de suas cabeças. Os Querubins e a tampa, numa só peça, eram feitos totalmente de ouro. Esta tampa, não era apenas a tampa da Arca, era o lugar onde os pecados eram cobertos, sendo o lugar da propiciação, ali o Sumo Sacerdote aspergia o sangue para que os pecados fossem cobertos e assim o próprio D'us não os levava mais em conta, Êxodo 25:17-22.
Dentro desta Arca colocavam-se as duas tábuas da Lei, dada por D'us. Também a vara de Arão e ainda uma porção do Maná. A Arca era o utensílio que mais chamava a atenção dos homens, pois, onde esta se encontrava a presença de D'us se fazia presente. Ao estudarmos os utensílios do tabernáculo, encontraremos a presença do Messias Yeshua Ha Mashiach, Jesus o Cristo, em cada um deles.
A Arca da Aliança, foi o símbolo mais forte que os homens fizeram em toda a história da bíblia.
Dentro desta Arca colocavam-se as duas tábuas da Lei, dada por D'us. Também a vara de Arão e ainda uma porção do Maná. A Arca era o utensílio que mais chamava a atenção dos homens, pois, onde esta se encontrava a presença de D'us se fazia presente. Ao estudarmos os utensílios do tabernáculo, encontraremos a presença do Messias Yeshua Ha Mashiach, Jesus o Cristo, em cada um deles.
A Arca da Aliança, foi o símbolo mais forte que os homens fizeram em toda a história da bíblia.
TEFILIM
Em hebraico תפילין, com raiz na palavra tefilá, significando "prece", é o nome dado a duas caixinhas de couro, cada qual presa a uma tira de couro de animal kasher, dentro das quais está contido um pergaminho com os quatro trechos da Torá em que se baseia o uso dos filactérios (Shemá Israel, Vehaiá Im Shamoa, Cadêsh Li e Vehayá Ki Yeviachá). Também é conhecido em português como filactério, vindo do termo grego fylaktérion, que significa basicamente "posto avançado", "fortificação" ou "protecção", o que explica a utilização destes objectos como protecção ou amuleto.
Conteúdo dos tefilim Os tefilins contêm pergaminhos onde estão inscritos quatro trechos da Torá que enfatizam a recordação dos mandamentos e da obediência a D-us. Essas porções do texto bíblico, conforme vertidos para português pela tradução Almeida, Versão Corrigida e Fiel, são alistados em seguida segundo a ordem em que surgem no conjunto dos textos sagrados: * Êxodo 13:1-10, * Êxodo 13:11-16, Deuteronômio 6:4-9, Deuteronômio 11:13-21, Estes trechos da Torá são conhecidos pelos judeus como Shemá Yisrael (o mais importante, e citado acima em terceiro lugar), Vehaiá Im Shamoa, Cadêsh Li e Vehayá Ki Yeviachá.
Utilização: O judaísmo rabínico diz que além dos mandamentos da Torá, Moshê também recebeu através da Torá Oral os procedimentos de como confeccionar os tefilin, que teriam sido transmitidos de geração em geração até serem escritos na Mishná, no Talmud e no Shulkhan Arukh. Os rabinos defendem que os tefilin sejam colocados diariamente pelas manhãs com a prece matinal ou pelo menos até o pôr-do-sol recitando-se o Shemá. Os tefilin somente não são utilizados em Shabat, Yom Tov e Chol Hamoêd. A partir dos 13 anos de idade, com o Bar mitsvá um menino passa a usar os tefilin. Em seu método de utilização coloca-se uma caixinha no braço esquerdo para que fique próxima do coração (shel yad) e enrola-se uma das tiras na mão esquerda, e a outra caixinha na testa, entre os olhos, como frontal (shel rosh). A respeito da prática de usar tais caixinhas, ou filactérios, The Jewish Encyclopedia (A Enciclopédia Judaica, 1976, Vol. X, página 21) observa:Conteúdo dos tefilim Os tefilins contêm pergaminhos onde estão inscritos quatro trechos da Torá que enfatizam a recordação dos mandamentos e da obediência a D-us. Essas porções do texto bíblico, conforme vertidos para português pela tradução Almeida, Versão Corrigida e Fiel, são alistados em seguida segundo a ordem em que surgem no conjunto dos textos sagrados: * Êxodo 13:1-10, * Êxodo 13:11-16, Deuteronômio 6:4-9, Deuteronômio 11:13-21, Estes trechos da Torá são conhecidos pelos judeus como Shemá Yisrael (o mais importante, e citado acima em terceiro lugar), Vehaiá Im Shamoa, Cadêsh Li e Vehayá Ki Yeviachá.
"As leis que governavam o uso de filactérios foram tiradas pelos Rabinos de quatro trechos bíblicos. Ao passo que esses trechos foram interpretados literalmente pela maioria dos comentaristas, [...] os Rabinos sustentavam que somente a lei geral foi expressa na Bíblia, a sua aplicação e elaboração sendo assuntos inteiramente da alçada da tradição e da dedução."
De acordo com o Shulkhan Arukh, no momento de colocar tefilin é considerado como se o judeu cumprisse toda a Torá. Talmud Rosh Hashaná 17a menciona que aquele que nunca colocou tefilin comete uma falha muito grave. Os sábios judeus consideram que ao usar tefilin, todos os povos temerão Israel. Esta ênfase foi dada, por exemplo, pelo Rebe de Chabad em 1967 que pouco antes da Guerra dos Seis Dias proclamou que Israel estava em grande perigo e incentivou uma campanha pelo uso dos tefilins. A surpreendente e rápida vitória de Israel nesta guerra foi atribuída pelo Rebe ao grande número de pessoas que aderiram a campanha.
A recomendação é que tefilins sejam adquiridos apenas de pessoas confiáveis e que sejam verificados de ano em ano por um sofêr.
Fonte:
Hebraica
Início
A ideia de criar um clube judaico em São Paulo despontou no réveillon de 1953. Um pequeno grupo, insatisfeito com a festa e com as opções sociais e recreativas disponíveis, decidiu que era o momento de fundar uma nova sociedade, voltada às famílias judaicas de São Paulo.
Assim, foram pesquisados sócios em potencial e o desejo de formar um clube saiu do papel. Depois de angariar 400 associados, foi comprado o terreno que sediaria a Sociedade Hebraica de São Paulo. Um espaço de 29 mil metros quadrados, localizado em uma extensão da Rua Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins.
Em 20 de março de 1955 foi lançada a pedra fundamental da construção da sede da Hebraica. As obras do ginásio e da piscina iniciaram-se em maio do mesmo ano. No mesmo período, a diretoria começou a estudar a ampliação no número de sócios, que passaram de 600 para 1500 associados.
Assim, foram pesquisados sócios em potencial e o desejo de formar um clube saiu do papel. Depois de angariar 400 associados, foi comprado o terreno que sediaria a Sociedade Hebraica de São Paulo. Um espaço de 29 mil metros quadrados, localizado em uma extensão da Rua Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins.
Em 20 de março de 1955 foi lançada a pedra fundamental da construção da sede da Hebraica. As obras do ginásio e da piscina iniciaram-se em maio do mesmo ano. No mesmo período, a diretoria começou a estudar a ampliação no número de sócios, que passaram de 600 para 1500 associados.
Inauguração
No dia 22 de dezembro de 1957 – num domingo ensolarado – o sonho de criar um espaço no qual a comunidade judaica de São Paulo pudesse interagir, se socializar, concentrar atividades sócio-culturais, recreativas e esportivas, se concretiza.
Trajando maiôs listados, os aqualoucos despertaram fascínio, entusiasmando um público de 800 pessoas, ao executar acrobacias e piruetas na piscina da Hebraica. Uma emocionante cerimônia, seguida de uma alegre festa de Hanuká, e de um elegante desfile de maiôs, marcaram – em grande estilo – a inauguração do clube.
Trajando maiôs listados, os aqualoucos despertaram fascínio, entusiasmando um público de 800 pessoas, ao executar acrobacias e piruetas na piscina da Hebraica. Uma emocionante cerimônia, seguida de uma alegre festa de Hanuká, e de um elegante desfile de maiôs, marcaram – em grande estilo – a inauguração do clube.
Expansão e reconhecimento instantâneo
O projeto inicial tomara, agora, proporções grandiosas. Na inauguração da Hebraica, o clube acumulava quase 2 mil sócios e passou a ter suas dependências requisitadas por outras entidades. O ginásio tornou-se palco de eventos culturais e cívicos, fazendo da Hebraica um pólo de atividades comunitárias. Em poucos anos, na década de 60, o clube somava 20 mil frequentadores.
E a evolução seguiu. Além do caráter recreativo e social, o clube tornou-se também esportivo. Em um curto período, a Hebraica deixou de oferecer opções esportivas apenas para o lazer de seus associados, assumindo a formação de equipes competitivas em várias modalidades. Trajetória que só viria somar na brilhante história do clube.
Ao atingir a maturidade, a Hebraica não deixou de investir também nos jovens. Com este foco, na década de 90, foi lançado o Centro Juvenil Hebraikeinu, um projeto de recreação e aprendizagem dos valores judaicos. Também foi criado o Hebraica Adventure, que promove o ecoturismo, além de passeios, viagens e baladas.
E a evolução seguiu. Além do caráter recreativo e social, o clube tornou-se também esportivo. Em um curto período, a Hebraica deixou de oferecer opções esportivas apenas para o lazer de seus associados, assumindo a formação de equipes competitivas em várias modalidades. Trajetória que só viria somar na brilhante história do clube.
Ao atingir a maturidade, a Hebraica não deixou de investir também nos jovens. Com este foco, na década de 90, foi lançado o Centro Juvenil Hebraikeinu, um projeto de recreação e aprendizagem dos valores judaicos. Também foi criado o Hebraica Adventure, que promove o ecoturismo, além de passeios, viagens e baladas.
Arquitetura moderna: um clube a frente de seu tempo
Com arquitetura moderna e arrojada, a sede da Hebraica foi obra de um dos mais importantes arquitetos modernistas do País no século 20, o russo Gregory Warchavchik. Atualmente, a Hebraica ocupa uma área de 54 mil metros quadrados, em uma das regiões mais nobres de São Paulo: o bairro Jardim Paulistano. A sede preserva os traços arquitetônicos de sua inauguração, proporcionando um espaço contemporâneo e em total sintonia com a natureza aos aproximadamente 22 mil associados.
A década de 90 foi marcante e consolidou a Hebraica como um centro cultural, social, esportivo e político da cidade de São Paulo. Atuando em diversos segmentos, o clube sediou inúmeros eventos, de gêneros variados, do calendário cultural, esportivo e político da cidade.
A temporada de concertos internacionais, o Festival de Cinema Judaico e a programação da Galeria de Arte são exemplos dessa transição. Eventos políticos, como a manifestação da comunidade judaica a favor de Israel, em 2002, também marcaram a nova fase da Hebraica.
A década de 90 foi marcante e consolidou a Hebraica como um centro cultural, social, esportivo e político da cidade de São Paulo. Atuando em diversos segmentos, o clube sediou inúmeros eventos, de gêneros variados, do calendário cultural, esportivo e político da cidade.
A temporada de concertos internacionais, o Festival de Cinema Judaico e a programação da Galeria de Arte são exemplos dessa transição. Eventos políticos, como a manifestação da comunidade judaica a favor de Israel, em 2002, também marcaram a nova fase da Hebraica.
Face ao novo momento do clube, a Hebraica investiu na modernização e na eficiência de sua administração e nos serviços prestados aos associados. Começaram a ser oferecidos serviços complementares de altíssima qualidade, como lanchonetes, restaurantes, docerias, sorveterias, banca de jornal, banco 24 horas, barbeiro e cabeleireiro.
Nesse mesmo período foi inaugurada a Praça Carmel. O espaço surgiu com uma proposta muito maior do que apenas uma praça de alimentação. Logo o local se tornou ponto de encontro de jovens, com capacidade para 3 mil pessoas em festas e eventos.
A área cultural ganhou força e destaque com a inauguração do Teatro Anne Frank, a reforma do Teatro Arthur Rubinstein, e a realização de concertos internacionais, atraindo músicos, dançarinos, artistas plásticos, atores e cantores de grande expressão nacional e internacional.
No âmbito esportivo, o Fit Center passou a ser constantemente atualizado com o que há de mais moderno e eficiente, para atender a demanda crescente de associados. O Centro Hebraica de Avaliação Física, através da parceria com o hospital Albert Einstein, apostou na qualificação de seus profissionais, além de aparelhos de primeiro mundo, proporcionando o que há de mais atual em pronto-atendimento e primeiros socorros. O Departamento Médico e o de Esportes também foram expandidos, de modo a oferecer condições de treinamentos e programas de atividades físicas baseados em avaliações físicas corretas.
Ao longo dos anos, o investimento em melhorias e infraestrutura consagrou o clube não só como um espaço de recreação e esportes, mas como um centro comunitário atemporal, atuante e engajado com as tradições e os valores judaicos.
Tal empenho o fez reconhecido em São Paulo, no Brasil e no mundo, como referência na cultura de seu povo. Um título que ostenta em reflexo de um trabalho árduo, associado à paixão visionária de seus criadores, que perpetuaram a essência de sua visão, missão e valores.
Nesse mesmo período foi inaugurada a Praça Carmel. O espaço surgiu com uma proposta muito maior do que apenas uma praça de alimentação. Logo o local se tornou ponto de encontro de jovens, com capacidade para 3 mil pessoas em festas e eventos.
A área cultural ganhou força e destaque com a inauguração do Teatro Anne Frank, a reforma do Teatro Arthur Rubinstein, e a realização de concertos internacionais, atraindo músicos, dançarinos, artistas plásticos, atores e cantores de grande expressão nacional e internacional.
No âmbito esportivo, o Fit Center passou a ser constantemente atualizado com o que há de mais moderno e eficiente, para atender a demanda crescente de associados. O Centro Hebraica de Avaliação Física, através da parceria com o hospital Albert Einstein, apostou na qualificação de seus profissionais, além de aparelhos de primeiro mundo, proporcionando o que há de mais atual em pronto-atendimento e primeiros socorros. O Departamento Médico e o de Esportes também foram expandidos, de modo a oferecer condições de treinamentos e programas de atividades físicas baseados em avaliações físicas corretas.
Ao longo dos anos, o investimento em melhorias e infraestrutura consagrou o clube não só como um espaço de recreação e esportes, mas como um centro comunitário atemporal, atuante e engajado com as tradições e os valores judaicos.
Tal empenho o fez reconhecido em São Paulo, no Brasil e no mundo, como referência na cultura de seu povo. Um título que ostenta em reflexo de um trabalho árduo, associado à paixão visionária de seus criadores, que perpetuaram a essência de sua visão, missão e valores.
Judaísmo - Religião
O judaísmo é considerado a primeira religião monoteísta a aparecer na história. Tem como crença principal a existência de apenas um Deus, o criador de tudo. Para os judeus, Deus fez um acordo com os hebreus, fazendo com que eles se tornassem o povo escolhido e prometendo-lhes a terra prometida.
Atualmente a fé judaica é praticada em várias regiões do mundo, porém é no estado de Israel que se concentra um grande número de praticantes.
Conhecendo a história do povo judeu
A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 a.C, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã (atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel. Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AC, o povo judeu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficam peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.
Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo.
Em 721 a.C começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.
No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo judeu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.
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| Torá: livro sagrado do judaísmo |
Os livros sagrados dos judeus
A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá : Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários.
Rituais e símbolos judaicos
Os cultos judaicos são realizados num templo chamado de sinagoga e são comandados por um sacerdote conhecido por rabino. O símbolo sagrado do judaísmo é o memorá, candelabro com sete braços.
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| Memorá : candelabro sagrado |
Entre os rituais, podemos citar a circuncisão dos meninos ( aos 8 dias de vida ) e o Bar Mitzvah que representa a iniciação na vida adulta para os meninos e a Bat Mitzvah para as meninas ( aos 12 anos de idade ).
Os homens judeus usam a kippa, pequena touca, que representa o respeito a Deus no momento das orações.
Nas sinagogas, existe uma arca, que representa a ligação entre Deus e o Povo Judeu. Nesta arca são guardados os pergaminhos sagrados da Torá.
As Festas Judaicas
As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:
Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.
Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 a.C.
Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.
Rosh Hashaná - é comemorado o Ano-Novo judaico.
Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.
Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.
Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.
Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.
Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 a.C.
Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.
Rosh Hashaná - é comemorado o Ano-Novo judaico.
Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.
Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.
Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.
Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.
Fonte
Sua Pesquisa
13/03/2013
Síntese da História do Povo de Israel
Do início até a entrada na Terra de Canaã (ano 1.200 antes de Cristo), as datas abaixo são apenas “aproximativas” e não históricas, pois, na verdade, não se sabe ao certo. São mais “pontos de referência” do que propriamente datas. A partir dos Juízes (1.200 antes de Cristo), as datas são reais.
1850 - Por volta do ano 1850 antes de Cristo, Abraão mudou-se de Ur, na Caldéia, para Haran, que fica entre os rios Tigre e Eufrates.
1800 - Aí pelo ano de 1800, atendendo ao chamado de Deus, Abraão foi morar na Palestina, ou Terra de Canaã, a terra que o Senhor lhe havia prometido.
1700 - Mais ou menos pelo ano 1700, Jacó e seus filhos foram para o Egito, onde já estava José, que tinha sido vendido pelos irmãos. No começo, enquanto José era Vice-Rei do Egito, os israelitas gozavam de liberdade. Mas, depois de 400 anos, o Povo de Deus estava submetido à dura escravidão na terra dos Faraós. Os hebreus amassavam o barro nas olarias do Egito, sem gozar de direito algum no país.
1300 - Aí pelo ano de 1300, por ordem de Deus (Javé), Moisés tira o Povo de Israel da escravidão do Egito. E vai à frente Prometida, que tinha sido o berço do Povo de Israel. Os hebreus peregrinaram pelo deserto durante 40 anos.
1240 - Nessa época. Deus renovou a sua Aliança com os descendentes de Abraão. O Decálogo, que continha a Lei da Aliança, foi entregue a Moisés no Monte Sinai.
1200 - Moisés não chegou a entrar na Terra de Canaã. Morreu quando estava avistando as Montanhas da Terra Prometida. Então, Josué foi quem se pôs à frente do Povo de Israel e, depois de muitas batalhas com povos vizinhos, conseguiu tomar posse da Terra de Canaã, aí pelo ano 1200 antes de Cristo. Esse foi o período em que o Povo de Deus foi governado pelos Juízes. Um período de 75 anos. Samuel foi o último Juiz de Israel. Os Juízes eram líderes que assumiam a defesa de uma ou mais tribos de Israel, quando atacadas por povos vizinhos. Então o Juiz se constituía um governador, com forte autoridade.
1025 - Termina aqui o período dos Juízes. Samuel foi o último Juiz de Israel. Embora muito contra a sua vontade, começa o período dos Reis.
1030 - Tem início o período do Reino. O primeiro Rei de Israel foi Saul, ungido por Samuel. Mas Saul não mereceu a confiança do Povo nem as bênçãos de Deus.
1000 - Para substituir Saul, foi ungido o famoso Rei e profeta Davi. Homem que marcou a história do Reino de Israel com sua grandeza de alma. Foi quem escreveu a maioria dos Salmos da Bíblia. Teve grandes pecados, mas soube pedir perdão publicamente. Por esse tempo deu-se a tomada de Jerusalém.
971 - Nesse tempo Salomão é Sagrado Rei de Israel. Tornou-se célebre pela sua grande sabedoria. Foi ele quem começou a construção do famoso Templo de Jerusalém. Aí o Reino ou Monarquia chegou ao seu ponto máximo.
930 - Deu-se nesse ano a divisão do Reino. Constituiu-se o Reino do Norte (Samaria) e o Reino do Sul (Judá). A capital do Reino do Norte era a cidade de Samaria, e a capital do Reino do Sul era Jerusalém. Essa cisão vai até o ano 722.
746 - Começa o longo período dos profetas. Isaías, o maior deles, começa a profetizar, a denunciar as injustiças e a predizer a vinda do Messias. Isaías e Miquéias profetizam no Reino do Sul. No Reino do Norte profetizam: Elias, Eliseu, Amós e Oséias.
722 - Nesse tempo dá-se a queda da Samaria. Com isso vem fim do Reino do Norte, e começa a haver um só Reino em Israel.
727 - De 727 a 699 reina Ezequias, o rei piedoso. Por esse tempo acaba de ser fundada a cidade de Roma.
641 - De 641 a 611 reina Josias, o rei zeloso da Lei de Deus. Seu nome significa: “Aquele que Deus fortifica”. É filho de Acaz.
626 - Nessa época profetizam: Sofonias, Naum, Habacuc, Jeremias e Baruc. Jeremias profetiza a queda de Jerusalém.
587 - Nesse ano dá-se a queda de Jerusalém, predita pelo profeta Jeremias. Milhares de israelitas são deportados para Babilônia. No Exílio profetizam: Ezequiel e Daniel.
538 - Ciro, rei da Pérsia, derrota os babilônios e decreta a volta dos exilados de Israel. O povo hebreu chora ao ver a cidade e o templo destruídos.
520 - Ageu e Zacarias profetizam. Unem o povo, e o templo é reconstruído. Por essa época começa a profetizar também Malaquias.
445 - Neemias reergue os muros de Jerusalém. Houve uma oposição da Samaria para a reconstrução das muralhas de Jerusalém.
398 - O sacerdote Esdras dedica-se à restauração da comunidade dos judeus em Jerusalém. Era também escriba e conseguiu realizar a nova promulgação da Lei.
331 -Começa um breve período de dominação grega. Mas no ano 323, Israel fica sob o domínio dos Egípcios. (Dinastia dos Ptolomeus)
200 - Começa a famosa tradução do Antigo Testamento para o grego, feita pelos 70 sábios de Alexandria.
198 - Os judeus ficam sob o domínio dos sírios (Dinastia dos Selêucidas).
175 - Antíoco IV promove forte perseguição religiosa contra os judeus.
167 - Os irmãos Macabeus oferecem grande resistência.
163 - Esse ano marca a tomada de Jerusalém por Pompeu.
140 - Herodes, o Grande, é feito rei dos judeus, por favor dos romanos. Reina até o ano 4 antes de Cristo.
120 - Nova reconstrução do templo - Nascimento de Jesus, o Messias anunciado pêlos profetas e esperado pelos judeus.
Fonte:
Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasi
06/02/2013
Calendário Judaico
História do calendário
O calendário judaico, diferentemente do gregorian, é baseado no movimento lunar. Onde cada mês se inicia com a lua nova (quando é possivel visualizar o primeiro reflexo de luz sobre a superfície lunar. Antigamente o calendário era determinado simplesmente por observação.O grande problema com o calendário lunar é que se compararmos com o calendário gregoriano, termos em um ano solar 12,4 meses lunares, o que ocorre uma diferenca a cada ano de aproximadamente 11 dias, para compensar esta diferença ocasionalmente e acrescentado um mês inteiro (Adar II)
Início da contagem
O ínício da contagem do calendário judaico se refere à criação do mundo.Os mêses do calendário judaico
O primeiro mês do calendário judaico e o mês de Nissan, quando temos a comemoração de Pessach. Entretanto, o ano novo judaico ocorre em Tishrei (qundo é acrescentado um número ao ano anterior).
Mês
|
Duração
|
Equivalente ao calendário gregoriano
|
|---|---|---|
| Nissan | 30 dias | Março-Abril |
| Iyar | 29 dias | Abril-Maio |
| Sivan | 30 dias | Maio-Junho |
| Tammuz | 29 dias | Junho-Julho |
| Av | 30 dias | Julho-Agosto |
| Elul | 29 dias | Agosto-Setembro |
| Tishrei | 30 dias | Setembro-Outubro |
| Heshvan | 29/30 dias | Outubro-Novembro |
| Kislev | 30/29 dias | Novembro-Dezembro |
| Tevet | 29 dias | Dezembro-Janeiro |
| Shevat | 30 dias | Janeiro-Fevereiro |
| Adar | 29/30 dias | Fevereiro-Março |
| Adar II | 29 dias | Março-Abril |
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Vida monástica no cristianismo
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