Tese de Doutorado de Rosemary Fernandes da Costa PUC - Rio de Janeiro
Estamos em tempos nos quais emergem revisões conceituais e práticas diante das grandes transformações que a sociedade vem experimentando. A mudança paradigmática que se desenvolveu no final do século XIX e ganhou corpo no século passado ainda se faz sentir na virada do milênio. A pessoa humana se encontra diante de si mesma, de suas relações e do mundo em uma perspectiva crítica. Foi afetada em sua construção subjetiva, em suas escolhas fundamentais e em suas crenças, pelo paradigma da modernidade e seu
desenvolvimento, interpretado como crise da modernidade, como pósmodernidade, ou ainda como modernização reflexiva. Não se manteve à parte desse processo a dimensão da religiosidade, do encontro com o Transcendente, as instituições religiosas, a transmissão da fé no âmbito familiar e educativo. Trabalhamos no campo da Educação Religiosa e na Pastoral, em escolas e comunidades eclesiais, por 30 anos e, ao longo deste período, viemos observando uma tensão crescente entre a razão de ser da instituição religiosa e a missão efetivamente realizada. Muitas vezes, os grupos de trabalho se defrontam com testemunhos paradoxais à sua filosofia e princípios, até mesmo negando a fé cristã. Alunos, adolescentes, jovens e adultos que passam por uma experiência em uma instituição ou comunidade cristã, nem sempre
expressam um eixo referencial coerente com a proposta proposta evangélica em suas palavras e atitudes. A fé cristã possui um papel específico e um compromisso com a sociedade. Se há um processo de reconstrução das relações humanas e sociais, configurando um novo jeito de ser pessoa e uma nova sociedade, como o Cristianismo vai dialogar com essa realidade? Para ler o texto completo, clique aqui
A MISTAGOGIA
JERUSALÉM
Estamos em tempos nos quais emergem revisões conceituais e práticas diante das grandes transformações que a sociedade vem experimentando. A mudança paradigmática que se desenvolveu no final do século XIX e ganhou corpo no século passado ainda se faz sentir na virada do milênio. A pessoa humana se encontra diante de si mesma, de suas relações e do mundo em uma perspectiva crítica. Foi afetada em sua construção subjetiva, em suas escolhas fundamentais e em suas crenças, pelo paradigma da modernidade e seu
desenvolvimento, interpretado como crise da modernidade, como pósmodernidade, ou ainda como modernização reflexiva. Não se manteve à parte desse processo a dimensão da religiosidade, do encontro com o Transcendente, as instituições religiosas, a transmissão da fé no âmbito familiar e educativo. Trabalhamos no campo da Educação Religiosa e na Pastoral, em escolas e comunidades eclesiais, por 30 anos e, ao longo deste período, viemos observando uma tensão crescente entre a razão de ser da instituição religiosa e a missão efetivamente realizada. Muitas vezes, os grupos de trabalho se defrontam com testemunhos paradoxais à sua filosofia e princípios, até mesmo negando a fé cristã. Alunos, adolescentes, jovens e adultos que passam por uma experiência em uma instituição ou comunidade cristã, nem sempre
expressam um eixo referencial coerente com a proposta proposta evangélica em suas palavras e atitudes. A fé cristã possui um papel específico e um compromisso com a sociedade. Se há um processo de reconstrução das relações humanas e sociais, configurando um novo jeito de ser pessoa e uma nova sociedade, como o Cristianismo vai dialogar com essa realidade? Para ler o texto completo, clique aqui
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Obrigado vc
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