Por Marcos Caldas
Revista
Universidade Federal Fluminense
Eletrônica de História
grosso modo enfrentar dois diferentes desafios: de um lado, em seu ramo ocidental, a Igreja nascente teve que se confrontar com o Estado Romano e seus problemas políticos, de outro lado, na Igreja oriental, os primeiros cristãos foram
Este ensaio trata de maneira breve das noções de morte e vida na crença cristã nos três primeiros séculos de nossa era. Este artigo propõe que desde de seu início, a Igreja Cristã precisou
obrigados a se desenredarem das suas raízes judaicas e helenísticas, principalmente em relação às questões doutrinais. Estas duas faces de uma só Igreja levaram a distintas respostas em relação às concepções de vida e morte, que foram apenas unificadas com os concílios ecumênicos após 325 d.C. Leia o artigo
Fonte:
Universidade Federal Fluminense
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